Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Wilmar Peres

Wilmar dos Santos Peres · nasceu em 1966

Wilmar Peres disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Montes Claros de Goiás (GO)), pelo MDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, superior completo, representante comercial, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15333· centro-direita
    eleito197 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Wilmar Peres declarou R$ 450,5 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 450,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 277.300 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.

  • Wilmar PeresR$ 450,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 450,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Imóvel urbano residencialR$ 292,4 mil
    Casa
  2. 99% Da empresa representação nutricional e líder gásR$ 81,2 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  3. Automóvel voyage ano 2013R$ 48,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Reserva pessoal em espécieR$ 14,5 mil
    Dinheiro em espécie
  5. Motocicleta honda 125 ano 2003R$ 6.499
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Motocicleta bis 125 ano 2007R$ 4.874
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Renda média mensal referente a atividade autonomaR$ 2.275
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Wilmar Peres declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Montes Claros de Goiás (GO) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 4.085
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.085.
  1. Próprio bolsoR$ 2.27255,6%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Antonio Cicero Alves PrefeitoR$ 1.16628,5%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 64815,9%

Para onde foi

R$ 4.085
O maior gasto foi com pessoal: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.085. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 2.13252,2%
  2. ServiçosTudo de Eleicao 2016 Antonio Cicero Alves PrefeitoR$ 95523,4%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1624%

Quanto custou cada voto: vereador, Montes Claros de Goiás (GO), 2016

Mediana da disputa: R$ 67,9 por voto. Quem venceu, Marijan, gastou R$ 42 por voto. O voto mais caro custou R$ 136; o mais barato, R$ 42.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.