Apuração
Vice-prefeito · 2016 · MDB

Wilmar Dircksen

nasceu em 1953

Wilmar Dircksen se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PL2012PHS2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.

Passou por 3 partidos: PL (2004–2008), PHS (2012), MDB (2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPLPHSMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Manoel Ribas (PR)
    MDB 33· centro-direita
    Na chapa de Corona
    chapa não eleita3.796 votos da chapa, 43,9%
  2. 2012
    Vereador · Manoel Ribas (PR)
    PHS 31651· centro-direita
    eleito377 votos
  3. 2008
    Vereador · Manoel Ribas (PR)
    PL 22651· direita
    eleito554 votos
  4. 2004
    Vereador · Manoel Ribas (PR)
    PL 22651· direita
    eleito533 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Wilmar Dircksen declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 536 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 895.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Lote de terras n. 04 da quadra n. 01R$ 649,9 mil
    Terreno rural
  2. Lote de terras n. 02 da quadra n. 02 com uma area de 114R$ 568,6 mil
    Terreno rural
  3. Camioneta i/toyota hilux cd 4X4 srvR$ 154,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Dircksen dircksen acessoria contabil LTDAR$ 81,2 mil
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Wilmar Dircksen declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 24 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Manoel Ribas (PR) · PHS · eleito

De onde veio

R$ 23,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 22,5 mil95,7%
  2. EmpresasR$ 7843,3%
  3. PartidoR$ 2271%

Para onde foi

R$ 23,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços15 pessoas, não nomeadasR$ 9.74741,5%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 4331,8%
  3. EscritórioR$ 870,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Manoel Ribas (PR), 2012

Mediana da disputa: R$ 243 por voto. Quem venceu, Professor Vagner, gastou R$ 80,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 976; o mais barato, R$ 80,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Renato Jacaré PSDR$ 37 mil · 38 votosR$ 976
  • Antonia PSDBR$ 37 mil · 48 votosR$ 773
  • Silvério PSDR$ 50 mil · 88 votosR$ 568
  • Ivani PDTR$ 39 mil · 69 votosR$ 566
  • Nelson Pereira PSDBR$ 37 mil · 91 votosR$ 408
  • Tonelli CIDADANIAR$ 39 mil · 132 votosR$ 292
  • Ticau PSDBR$ 36 mil · 150 votosR$ 243
  • Professor Eduardo PSBR$ 38 mil · 169 votosR$ 227
  • Fabinho PSBR$ 40 mil · 239 votosR$ 166
  • José Carlos Corona PSDBR$ 36 mil · 266 votosR$ 135
  • Ronaldinho PRTBR$ 37 mil · 366 votosR$ 101
  • Professor Vagner PDTR$ 36 mil · 455 votosR$ 80,1

Votos por real

  • 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 162 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.