Apuração
Deputado estadual · 2006 · PSB

Wilber da Astir

Wilber Carlos dos Santos Coimbra · nasceu em 1975

Wilber da Astir disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Rondônia), pelo PSB: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPSB2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, eleito.

Declarou ao TSE em 2006: 31 anos, superior completo, policial militar. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Rondônia
    PSB 40190· centro-esquerda
    eleito9.032 votos; 11º mais votado de 365 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Wilber da Astir teve 9.032 votos para deputado estadual, 1,2% dos votos válidos do estado: 11º lugar entre 365 candidatos.

Recebeu votos em 52 cidades. Porto Velho deu 57,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,1%.

9.032 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 9.032 votos.
  1. Porto Velho (RO)5.218 votos57,8%
  2. Ji-Paraná (RO)799 votos8,8%
  3. Guajará-Mirim (RO)460 votos5,1%
  4. Cacoal (RO)371 votos4,1%
  5. Ariquemes (RO)261 votos2,9%
  6. Outras 37 cidades622 votos6,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Wilber da Astir declarou R$ 113,3 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 113,3 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 38.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Rondônia em 2006.

  • Wilber da AstirR$ 113,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 168,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 113,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Wilber da Astir declarou ao TSE R$ 133 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Rondônia · PSB · eleito

De onde veio

R$ 132,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 21 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 132,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas21 pessoas, não nomeadasR$ 91,4 mil68,8%
  2. PartidoR$ 4.4493,3%

Para onde foi

R$ 132,9 mil
O maior gasto foi com outros: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 132,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 2340,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rondônia, 2006

Mediana da disputa: R$ 58,9 por voto. Quem venceu, Ezequiel Neiva, gastou R$ 23,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 12.173; o mais barato, R$ 23,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 68 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.