Wender do Karatê
Wender de Souza Silva · nasceu em 1977
Wender do Karatê se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PV (2016), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Wender do Karatê declarou R$ 41 mi em bens, em reais de hoje: 2.380 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 41 mi acima da inflação.
Declarou 2.380 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Wender do KaratêR$ 41 mi
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 2 mi.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Wender do Karatê declarou ao TSE R$ 291 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Ribeirão Pires (SP) · PV · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ribeirão Pires (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 69,8 por voto. Quem venceu, Prof. Flávio Gomes, gastou R$ 44,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 151; o mais barato, R$ 31,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nefa PSCR$ 27 mil · 176 votosR$ 151
- Zé Nelson MDBR$ 93 mil · 647 votosR$ 143
- Dr. Eric Regadas PSDBR$ 21 mil · 263 votosR$ 81,5
- Rogerio Do Açougue PSBR$ 45 mil · 575 votosR$ 78,1
- Cléo Meira PODER$ 36 mil · 471 votosR$ 77,3
- Amigão D Orto AGIRR$ 59 mil · 849 votosR$ 70
- Ge Da Aliança PSCR$ 34 mil · 486 votosR$ 69,8
- Vicentinho MDBR$ 25 mil · 362 votosR$ 68,8
- Anderson Benevides PSCR$ 22 mil · 471 votosR$ 46,3
- Prof. Flávio Gomes CIDADANIAR$ 41 mil · 930 votosR$ 44,1
- Eduardo Nogueira SOLIDARIEDADER$ 32 mil · 949 votosR$ 33,3
- Koiti Da Marutaka AVANTER$ 33 mil · 1.028 votosR$ 31,9
Votos por real
- 2016, vereador: 519 votos por R$ 1.000, 15 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.