Welington Cesar
Welington Cesar Silva · nasceu em 1981
Welington Cesar se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSTU (2008–2010), PT (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, superior completo, historiador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado federal · GoiásPSTU 1600· esquerda· na urna, Welingtonnão eleito913 votos; 70º mais votado de 119 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Welington Cesar teve 913 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 70º lugar entre 119 candidatos.
Recebeu votos em 54 cidades. Catalão deu 49,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Welington Cesar declarou R$ 487,4 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 480,8 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Welington CesarR$ 487,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Welington Cesar declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,3 mil, 67% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Catalão (GO) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 4.22466,8%
- Outros candidatosR$ 2.09533,2%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 5.06880,2%
- Material impressoR$ 1.08817,2%
- ServiçosR$ 1622,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Catalão (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 33,2 por voto. Quem venceu, Gilmar, gastou R$ 28,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 72,5; o mais barato, R$ 28,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jurandir MDBR$ 64 mil · 883 votosR$ 72,5
- Cris Hot Hot DEMR$ 35 mil · 487 votosR$ 72,4
- Marciel Tudo Caipira DEMR$ 44 mil · 636 votosR$ 69,4
- Silvano Mecânico PLR$ 35 mil · 580 votosR$ 60,9
- Daniel Do Floresta MDBR$ 50 mil · 1.239 votosR$ 40,4
- Leonardo Bueno PSBR$ 36 mil · 970 votosR$ 36,6
- Deusmar Barbosa MDBR$ 56 mil · 1.683 votosR$ 33,2
- Claudio Lima MDBR$ 40 mil · 1.303 votosR$ 31
- Thiago Simoes MDBR$ 34 mil · 1.092 votosR$ 30,8
- Caçula MDBR$ 48 mil · 1.618 votosR$ 29,8
- Vandeval Florisbelo MDBR$ 40 mil · 1.366 votosR$ 29,5
- Gilmar MDBR$ 46 mil · 1.629 votosR$ 28,1
Votos por real
- 2016, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 6,6 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 830 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.