Apuração
Vereador · 2012 · REPUBLICANOS

Washington Lopes

Washington Carlos Rodrigues Lopes · nasceu em 1969

Washington Lopes se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010REPUBLICANOS2012REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo REPUBLICANOS.

Dep. estadualVereadorPartidoREPUBLICANOS20102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 43 anos, superior completo, psicólogo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Montes Claros (MG)
    REPUBLICANOS 10010· direita
    suplente
  2. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    REPUBLICANOS 10010· centro-direita
    suplente595 votos; 626º mais votado de 942 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Washington Lopes teve 595 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 626º lugar entre 942 candidatos.

Recebeu votos em 78 cidades. Mirabela deu 32,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,9%.

595 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 595 votos.
  1. Mirabela (MG)191 votos32,1%
  2. Montes Claros (MG)179 votos30,1%
  3. Belo Horizonte (MG)72 votos12,1%
  4. Medina (MG)10 votos1,7%
  5. Contagem (MG)8 votos1,3%
  6. Outras 63 cidades84 votos14,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Washington Lopes declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 2,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Montes Claros (MG) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 1.577
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.577.
  1. Próprio bolsoR$ 1.14472,5%
  2. PessoasR$ 43327,5%

Para onde foi

R$ 1.577
O maior gasto foi com material impresso: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.577.
  1. Material impressoR$ 75848,1%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 43327,5%
  3. ServiçosR$ 32520,6%
  4. EscritórioR$ 613,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Montes Claros (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 69,1 por voto. Quem venceu, Raimundo Do Inss, gastou R$ 31,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 163; o mais barato, R$ 31,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 215 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.