Apuração
Vereador · 2020 · PV

Wanderley do Diário

Wanderley Peres Jacinto · nasceu em 1958

Wanderley do Diário se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV−0,06← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2014PV2020PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PV.

Dep. estadualVereadorPartidoPV2014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, ensino médio, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Teresópolis (RJ)
    PV 43001· centro
    suplente
  2. 2014
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PV 43044· centro· na urna, Wanderley Peres
    não eleito3.285 votos; 295º mais votado de 1.846 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Wanderley do Diário teve 3.285 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 295º lugar entre 1.846 candidatos.

Recebeu votos em 29 cidades. Teresópolis deu 91,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.

3.285 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 3.285 votos.
  1. Teresópolis (RJ)3.004 votos91,4%
  2. Rio de Janeiro (RJ)129 votos3,9%
  3. Três Rios (RJ)25 votos0,8%
  4. Guapimirim (RJ)23 votos0,7%
  5. Niterói (RJ)20 votos0,6%
  6. Outras 14 cidades18 votos0,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Wanderley do Diário declarou ao TSE R$ 146 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 137 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Teresópolis (RJ) · PV · suplente

De onde veio

R$ 8.443
8,1% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.443.
  1. PessoasR$ 6.22073,7%
  2. Próprio bolsoR$ 1.41516,8%
  3. Outros candidatosR$ 8089,6%

Para onde foi

R$ 7.635
O maior gasto foi com material impresso: 93% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.635.
  1. Material impressoR$ 7.06992,6%
  2. InternetR$ 2833,7%
  3. EscritórioR$ 2833,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Teresópolis (RJ), 2020

Mediana da disputa: R$ 42,5 por voto. Quem venceu, Paulinho Nogueira, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 426; o mais barato, R$ 15,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 24 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.