Apuração
Deputado federal · 2010 · PV

Walter Gonzalis

nasceu em 1973

Walter Gonzalis se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PV2006PV2008PV2010PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PV.

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoPV2004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 37 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · São Paulo
    PV 4303· centro-esquerda
    suplente8.653 votos; 251º mais votado de 1.030 no estado
  2. 2008
    Prefeito · Olímpia (SP)
    PV 43· centro-esquerda
    não eleito8.678 votos, 31,1%
  3. 2006
    Deputado federal · São Paulo
    PV 4371· centro-esquerda
    suplente3.080 votos; 409º mais votado de 952 no estado
  4. 2004
    Vereador · Olímpia (SP)
    PV 43433· centro-esquerda
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Walter Gonzalis teve 8.653 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 251º lugar entre 1.030 candidatos.

Recebeu votos em 269 cidades. Olímpia deu 69,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,2%.

8.653 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 8.653 votos.
  1. Olímpia (SP)5.978 votos69,1%
  2. São Paulo (SP)451 votos5,2%
  3. Americana (SP)264 votos3,1%
  4. Santa Bárbara D'oeste (SP)136 votos1,6%
  5. Severínia (SP)117 votos1,4%
  6. Outras 254 cidades1.197 votos13,8%
As outras 1 eleições para deputado
3.080 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.080 votos.
  1. Olímpia (SP)2.366 votos76,8%
  2. São Paulo (SP)282 votos9,2%
  3. São José do Rio Preto (SP)73 votos2,4%
  4. Severínia (SP)46 votos1,5%
  5. Guaraci (SP)26 votos0,8%
  6. Outras 64 cidades158 votos5,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Walter Gonzalis declarou R$ 70,1 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2010, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 70,1 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 23.496 na declaração)

Declarou 22% da mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2006.

  • Walter GonzalisR$ 70,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 313,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 70,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. 75 % Do veículoR$ 29,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  2. Caderneta de popança CEFR$ 28 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. Último salário liquidoR$ 7.232
    Outros
  4. Títulos de capitalizaçãoR$ 4.995
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Walter Gonzalis declarou ao TSE R$ 161 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 84 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado federal · São Paulo · PV · suplente

De onde veio

R$ 83,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 33 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 83,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas33 pessoas, não nomeadasR$ 67,4 mil80,4%
  2. Próprio bolsoR$ 4.5675,4%
  3. EmpresasR$ 7330,9%

Para onde foi

R$ 83,9 mil
O maior gasto foi com serviços: 32% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 83,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços15 pessoas, não nomeadasR$ 26,5 mil31,6%
  2. Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 25,4 mil30,3%
  3. EventosR$ 5620,7%

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2010

Mediana da disputa: R$ 49,4 por voto. Quem venceu, Gabriel Chalita, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 244; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 103 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 160 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 161 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 61 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.