Walter Claro
Walter Claro da Silva · nasceu em 1962
Walter Claro disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Iporanga (SP)), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 46 anos, até o fundamental, auxiliar de escritório e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Walter Claro declarou R$ 94,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Walter ClaroR$ 94,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Walter Claro declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Iporanga (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.33991,9%
- PessoasR$ 1188,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 51435,3%
- TransporteR$ 40227,6%
- OutrosR$ 35924,6%
- EscritórioR$ 18212,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Iporanga (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 111 por voto. Quem venceu, Nelsinho Leocádio, gastou R$ 47,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 294; o mais barato, R$ 47,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Yolanda Tatu MDBR$ 13 mil · 43 votosR$ 294
- Betão CIDADANIAR$ 8,3 mil · 41 votosR$ 202
- Vandinho MDBR$ 8,4 mil · 47 votosR$ 178
- Serginho PLR$ 14 mil · 84 votosR$ 162
- Ariovaldo PSDBR$ 12 mil · 86 votosR$ 140
- Nesio Maciel DEMR$ 9,3 mil · 71 votosR$ 132
- Mauricio DEMR$ 11 mil · 97 votosR$ 111
- Osmari Ramos MDBR$ 5,5 mil · 64 votosR$ 86,6
- Gilmar PSCR$ 6 mil · 82 votosR$ 73,2
- Valdecir Simão PDTR$ 5,4 mil · 79 votosR$ 68,8
- Tacilinho PSBR$ 8,2 mil · 138 votosR$ 59,4
- Nelsinho Leocádio PVR$ 8,5 mil · 181 votosR$ 47,2
Votos por real
- 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.