Walter Benathar
Walter Monteiro Benathar · nasceu em 1962
Walter Benathar se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PDT (2002–2004), DEM (2006), PSD (2014–2016), REDE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014
- 2006
- 2004
- 2002Deputado federal · AmapáPDT 1245· centro-esquerdasuplente5.219 votos; 16º mais votado de 62 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Walter Benathar teve 1.653 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 44º lugar entre 104 candidatos.
Recebeu votos em 9 cidades. Vitória do Jari deu 48,9% deles.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Walter Benathar declarou R$ 89,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 119,4 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 55% da mediana dos candidatos a prefeito no Amapá em 2016.
- Walter BenatharR$ 89,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 162,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 320,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Walter Benathar declarou ao TSE R$ 62 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Vitória do Jari (AP) · REDE · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 5.09548,4%
- Material impressoR$ 2.72325,9%
- TransporteR$ 2.26121,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3523,3%
- EscritórioR$ 910,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Vitória do Jari (AP), 2020
Mediana da disputa: R$ 188 por voto. Quem venceu, Simpson, gastou R$ 73,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.327; o mais barato, R$ 73,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Léo Fort Fruit MDBR$ 21 mil · 16 votosR$ 1.327
- Lisleia MDBR$ 13 mil · 19 votosR$ 708
- Charliene Brito MDBR$ 13 mil · 19 votosR$ 708
- Karol MDBR$ 13 mil · 25 votosR$ 538
- Rosan Santos MDBR$ 13 mil · 34 votosR$ 395
- Leide Freitas REPUBLICANOSR$ 14 mil · 52 votosR$ 272
- Renaldo Do Cajarí MDBR$ 21 mil · 113 votosR$ 188
- Socorro Da Pastoral PSDR$ 11 mil · 83 votosR$ 136
- Carlos Chaves PSDR$ 17 mil · 134 votosR$ 127
- Irmã Joana MDBR$ 13 mil · 136 votosR$ 98,9
- Preto PSDR$ 17 mil · 182 votosR$ 93,3
- Simpson REPUBLICANOSR$ 14 mil · 193 votosR$ 73,3
Votos por real
- 2020, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 73 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 405 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 219 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.