Apuração
Prefeito · 2016 · PSDB

Walmir Guse

nasceu em 1963

Walmir Guse se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2010PL2012PL2016PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2012.

Passou por 3 partidos: DEM (2004), PL (2010–2012), PSDB (2016).

Dep. estadualPrefeitoPartidoDEMPLPSDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, superior completo, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSDB 45· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2012
    PL 22· direita
    eleito1.295 votos, 58,1%
  3. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso
    PL 22014· direita
    suplente4.337 votos; 77º mais votado de 226 no estado
  4. 2004
    DEM 25· direita
    eleito1.457 votos, 100,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Walmir Guse teve 4.337 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 77º lugar entre 226 candidatos.

Recebeu votos em 56 cidades. Pontes e Lacerda deu 32,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,5%.

4.337 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 4.337 votos.
  1. Pontes e Lacerda (MT)1.398 votos32,2%
  2. Conquista D'oeste (MT)1.070 votos24,7%
  3. Nova Lacerda (MT)315 votos7,3%
  4. Comodoro (MT)241 votos5,6%
  5. Vila Bela da Santíssima Trindade (MT)189 votos4,4%
  6. Outras 41 cidades282 votos6,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Walmir Guse declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 253,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 673.872 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2016.

  • Walmir GuseR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 843 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Predio comercial lote 01R$ 324,9 mil
    Prédio comercial
  2. Numerario em poder do candidatoR$ 211,2 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Terreno na qd 33 com 15 lotesR$ 178,9 mil
    Terreno
  4. Area rural gleba nova conquistaR$ 84,1 mil
    Terra nua
  5. Lote 01 a 13 da qda 51 conquista doesteR$ 81,2 mil
    Terreno
  6. Lote 02 da quadra 28R$ 81,2 mil
    Terreno
  7. Predio comercial no lote 03R$ 65 mil
    Prédio comercial
  8. 50% Capital social use calcados e confecções LTDAR$ 40,6 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  9. Lote 04, qda 28 em conquista doesteR$ 24,4 mil
    Terreno
  10. Lote urbano n. 01R$ 3.249
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Walmir Guse declarou ao TSE R$ 889 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 373 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Conquista D'oeste (MT) · PSDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 156,1 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 156,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 152,1 mil97,4%
  2. PessoasR$ 4.0482,6%

Para onde foi

R$ 156,1 mil
O maior gasto foi com serviços: 30% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 156,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal25 pessoas, não nomeadasR$ 39,7 mil25,4%
  2. PesquisasR$ 4.8583,1%
  3. OutrosR$ 1.5821%

Quanto custou cada voto: prefeito, Conquista D'oeste (MT), 2016

Mediana da disputa: R$ 220 por voto. Quem venceu, José Carlos, gastou R$ 220 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 4 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 3,8 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 96 votos por R$ 1.000.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.