Walmir Guse
nasceu em 1963
Walmir Guse se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), PL (2010–2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, superior completo, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Mato GrossoPL 22014· direitasuplente4.337 votos; 77º mais votado de 226 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Walmir Guse teve 4.337 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 77º lugar entre 226 candidatos.
Recebeu votos em 56 cidades. Pontes e Lacerda deu 32,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Walmir Guse declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 253,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2016.
- Walmir GuseR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 843 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Predio comercial lote 01R$ 324,9 milPrédio comercial
- Numerario em poder do candidatoR$ 211,2 milDinheiro em espécie
- Terreno na qd 33 com 15 lotesR$ 178,9 milTerreno
- Area rural gleba nova conquistaR$ 84,1 milTerra nua
- Lote 01 a 13 da qda 51 conquista doesteR$ 81,2 milTerreno
- Lote 02 da quadra 28R$ 81,2 milTerreno
- Predio comercial no lote 03R$ 65 milPrédio comercial
- 50% Capital social use calcados e confecções LTDAR$ 40,6 milQuotas ou quinhões de capital
- Lote 04, qda 28 em conquista doesteR$ 24,4 milTerreno
- Lote urbano n. 01R$ 3.249Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Walmir Guse declarou ao TSE R$ 889 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 373 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Conquista D'oeste (MT) · PSDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 152,1 mil97,4%
- PessoasR$ 4.0482,6%
Para onde foi
- Pessoal25 pessoas, não nomeadasR$ 39,7 mil25,4%
- PesquisasR$ 4.8583,1%
- OutrosR$ 1.5821%
Quanto custou cada voto: prefeito, Conquista D'oeste (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 220 por voto. Quem venceu, José Carlos, gastou R$ 220 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 4 sem votos registrados.
Ver em tabela
- José Carlos MDBR$ 182 mil · 827 votosR$ 220
Votos por real
- 2012, prefeito: 3,8 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 96 votos por R$ 1.000.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.