Wagner Mocão
Wagner Pereira Gomes · nasceu em 1980
Wagner Mocão se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 5 partidos: PDT (2004), PSB (2008), AGIR (2012), PODE (2016), PDT (2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 43 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Wagner Mocão declarou R$ 13 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 31% da mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Wagner MocãoR$ 13 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Wagner Mocão declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Acreúna (GO) · UNIÃO · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Acreúna (GO), 2024
Mediana da disputa: R$ 32,1 por voto. Quem venceu, Helio Do Nande, gastou R$ 15,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 74; o mais barato, R$ 15,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Regina Santos PTR$ 6,1 mil · 82 votosR$ 74
- Ailton 2 Irmãos PTR$ 3,9 mil · 90 votosR$ 43,1
- Fabiano Pressão PSDBR$ 6,8 mil · 182 votosR$ 37,2
- Rafael Cardoso PSDBR$ 8,9 mil · 262 votosR$ 34,1
- Thalyton Silva PTR$ 6,1 mil · 189 votosR$ 32,1
- Adilson Mecanico PTR$ 6,1 mil · 213 votosR$ 28,5
- Elias Fernandes PSDBR$ 5,5 mil · 278 votosR$ 19,7
- Paulo Henrique Gaguinho PSDBR$ 5,5 mil · 322 votosR$ 17,2
- Helio Do Nande PPR$ 5,7 mil · 372 votosR$ 15,4
Votos por real
- 2020, vereador: 310 votos por R$ 1.000, 17 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 280 votos por R$ 1.000, 24 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.