Wagner de Moura
Wagner Alexandre Pascoal de Moura · nasceu em 1984
Wagner de Moura disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Nova Araçá (RS)), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Wagner de Moura declarou R$ 146,2 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Wagner de MouraR$ 146,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Wagner de Moura declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Nova Araçá (RS) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.07783,6%
- PartidoR$ 21016,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 86166,9%
- TransporteR$ 41332,1%
- EventosR$ 131%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Araçá (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 11,7 por voto. Quem venceu, Alexandre Damini, gastou R$ 5,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,9; o mais barato, R$ 5,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Profe Elisa PTBR$ 2,3 mil · 63 votosR$ 35,9
- Bárbara Trecco DEMR$ 1,8 mil · 62 votosR$ 28,8
- Dagi Dall Agnol PSDBR$ 3,4 mil · 186 votosR$ 18,5
- Jorge Alemão PSDBR$ 2,2 mil · 137 votosR$ 15,7
- Pichi MDBR$ 2,3 mil · 178 votosR$ 12,7
- Eloi Poltronieri MDBR$ 3,6 mil · 305 votosR$ 11,7
- Mara MDBR$ 4,6 mil · 395 votosR$ 11,6
- Mariazinha PPR$ 3,4 mil · 316 votosR$ 10,9
- Geniano Pissaia PSDBR$ 2,6 mil · 252 votosR$ 10,5
- Ademir Dal Pozzo DEMR$ 2,9 mil · 440 votosR$ 6,62
- Alexandre Damini MDBR$ 2,2 mil · 365 votosR$ 5,97
Votos por real
- 2016, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.