Vone Coelho
Ivone Rodrigues Coelho · nasceu em 1972
Vone Coelho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleita em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: DEM (2008–2016), PSL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Vone Coelho declarou R$ 81 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 26,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Vone CoelhoR$ 81 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Um automovel ford ranger ano 2001R$ 38,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Cota parte de 20% de imovel urbano situado na rua livio…R$ 28,7 milOutros bens e direitos
- Uma motocicleta honda cg 160 ano 2017R$ 8.189Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécieR$ 5.272Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Vone Coelho declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Rubim (MG) · PSL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 8.20880,4%
- Próprio bolsoR$ 1.69816,6%
- Fundo partidárioR$ 1641,6%
- Outros candidatosR$ 1421,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 6.46765,3%
- Material impressoR$ 2.12321,4%
- OutrosR$ 1.06110,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2552,6%
Quanto custou cada voto: vereadora, Rubim (MG), 2020
Vone Coelho: R$ 50,8 por voto (mediana da disputa, R$ 34,4). Quem venceu, Bruno Da Translin, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 232; o mais barato, R$ 14,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vone Coelho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edineusa PSDR$ 2,5 mil · 11 votosR$ 232
- Vânia De Bira DEMR$ 2,5 mil · 15 votosR$ 170
- Xodó PSDR$ 2,5 mil · 35 votosR$ 72,8
- Vone Coelho PSLR$ 9,9 mil · 195 votosR$ 50,8
- Vanzim PSDBR$ 8 mil · 185 votosR$ 43,2
- Lena Da Papelaria DEMR$ 3,6 mil · 85 votosR$ 42,6
- Natalia Ribeiro Naty DEMR$ 3,7 mil · 106 votosR$ 34,4
- Marina Cascalho PSDR$ 2,9 mil · 87 votosR$ 33
- Sara Cordeiro PSDR$ 2,9 mil · 109 votosR$ 26,3
- Arthurzão PSDR$ 2,8 mil · 163 votosR$ 17,1
- Brás Da Loja DEMR$ 3,7 mil · 215 votosR$ 17,1
- Bruno Da Translin DEMR$ 3,3 mil · 223 votosR$ 14,8
Votos por real
- 2020, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 21 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 44 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 32 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.