Volmir
Volmir Ribeiro da Silva · nasceu em 1985
Volmir se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: PSD (2016), PT (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 39 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Volmir declarou R$ 23,2 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Volmir declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Belmonte (SC) · PT · eleito
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 503,1%
- EscritórioR$ 10,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Belmonte (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 36,7 por voto. Quem venceu, Toco, gastou R$ 14,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 14,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cinara Dall Agnol PSDR$ 1,8 mil · 13 votosR$ 139
- Sergio Padilha PSDR$ 1,8 mil · 20 votosR$ 88,2
- Sonia Morosini PSDR$ 1,8 mil · 22 votosR$ 82,1
- Tutchi Frozza PSDR$ 1,8 mil · 31 votosR$ 56,9
- Profe Jane Piaseski PSDR$ 2,1 mil · 44 votosR$ 48,8
- Lucia Decol PTR$ 1,7 mil · 42 votosR$ 39,9
- Carlinhos Revers PSDR$ 1,8 mil · 48 votosR$ 36,7
- Vandinho Garbim PSDR$ 2,4 mil · 111 votosR$ 21,8
- Marli Bernardi PSDR$ 1,8 mil · 85 votosR$ 21,3
- Netchão PSDR$ 1,8 mil · 83 votosR$ 21,2
- Cleber Pisoni PSDR$ 1,8 mil · 104 votosR$ 17
- Toco PSDR$ 2 mil · 137 votosR$ 14,7
Votos por real
- 2020, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.