Apuração
Deputado estadual · 2010 · PDT

Dr Volmar

Wolmar Campostrini Filho · nasceu em 1958

Dr Volmar se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,16← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2006PDT2010PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2006.

Passou por 2 partidos: MDB (2004), PDT (2006–2010).

Dep. estadualVice-prefeitoPartidoMDBPDT2004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 52 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Espírito Santo
    PDT 12789· centro-esquerda
    suplente7.985 votos; 77º mais votado de 346 no estado
  2. 2006
    Deputado estadual · Espírito Santo
    PDT 12789· centro-esquerda· na urna, Volmar Campostrini Filho
    eleito23.568 votos; 7º mais votado de 354 no estado
  3. 2004
    Vice-prefeito · Cariacica (ES)
    MDB 45· centro· na urna, Dr. Volmar
    Na chapa de Aloizio Santos
    chapa não eleita50.395 votos da chapa, 29,6%; 2º turno, 27,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Dr Volmar teve 7.985 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 77º lugar entre 346 candidatos.

Recebeu votos em 66 cidades. Cariacica deu 61,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.

7.985 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 7.985 votos.
  1. Cariacica (ES)4.870 votos61%
  2. Rio Novo do Sul (ES)690 votos8,6%
  3. Vitória (ES)429 votos5,4%
  4. Viana (ES)360 votos4,5%
  5. Vila Velha (ES)273 votos3,4%
  6. Outras 51 cidades396 votos5%
As outras 1 eleições para deputado
23.568 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 23.568 votos.
  1. Cariacica (ES)17.613 votos74,7%
  2. Serra (ES)1.271 votos5,4%
  3. Vila Velha (ES)1.168 votos5%
  4. Viana (ES)981 votos4,2%
  5. Vitória (ES)762 votos3,2%
  6. Outras 56 cidades636 votos2,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Dr Volmar declarou R$ 107,1 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 107,1 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 43.325 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual no Espírito Santo em 2010.

  • Dr VolmarR$ 107,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 157,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 107,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Empréstimo a lucyani tofano sartórioR$ 49,5 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  2. Casa residencialR$ 47 mil
    Casa
  3. OurocapR$ 8.981
    Fundo de Curto Prazo
  4. Terreno - doação de paisR$ 1.714
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr Volmar declarou ao TSE R$ 125 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 87 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Espírito Santo · PDT · suplente

De onde veio

R$ 38,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 38,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 27,5 mil72,2%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 7.81920,5%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Estadual/Distrital Para GovernadorR$ 2.7767,3%

Para onde foi

R$ 38,1 mil
O maior gasto foi com outros: 28% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 38,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Auto Posto Conquista LtdaR$ 5.24313,8%
  2. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 3.7389,8%
  3. Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 3.3288,7%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 2440,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Espírito Santo, 2010

Mediana da disputa: R$ 46,4 por voto. Quem venceu, Rodney Miranda, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 142; o mais barato, R$ 11,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 209 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 272 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.