Vivi da Saúde
Viviane Paula da Silva Pinto · nasceu em 1979
Vivi da Saúde se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2008–2022), CIDADANIA (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 45 anos, superior completo, administrador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputada federal · Rio Grande do SulPP 1115· direitasuplente2.127 votos; 210º mais votada de 512 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Vivi da Saúde teve 2.127 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 210º lugar entre 512 candidatos.
Recebeu votos em 227 cidades. Passo Fundo deu 14,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 53,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Vivi da Saúde declarou R$ 10,8 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 10% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Vivi da SaúdeR$ 10,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Vivi da Saúde declarou ao TSE R$ 288 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputada federal: R$ 261 mil, 92% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Passo Fundo (RS) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 21,9 mil95%
- Outros candidatosR$ 6342,8%
- PessoasR$ 3281,4%
- PartidoR$ 1870,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 8.09336,5%
- Material impressoR$ 5.90626,6%
- TransporteR$ 4.70321,2%
- ServiçosR$ 3.50015,8%
Quanto custou cada voto: vereadora, Passo Fundo (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 41,3 por voto. Quem venceu, Marina Bernardes, gastou R$ 21,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 467; o mais barato, R$ 21,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Genoci (Geno) CIDADANIAR$ 93 mil · 199 votosR$ 467
- Compadre Lagoa PLR$ 71 mil · 246 votosR$ 289
- Gleison Palhaço Uhu PLR$ 82 mil · 1.066 votosR$ 76,9
- Índio PPR$ 67 mil · 1.052 votosR$ 63,5
- Mateus Del Ré PC do BR$ 61 mil · 968 votosR$ 62,5
- Iriel Sachet PODER$ 69 mil · 1.595 votosR$ 43,5
- Rodinei Candeia REPUBLICANOSR$ 69 mil · 1.681 votosR$ 41,3
- Eva Valéria Lorenzato PTR$ 113 mil · 2.831 votosR$ 40
- Tchêquinho PLR$ 63 mil · 2.066 votosR$ 30,7
- Ada Munaretto PLR$ 79 mil · 3.028 votosR$ 26
- Gio Krug PSDR$ 73 mil · 3.261 votosR$ 22,5
- Marina Bernardes PTR$ 65 mil · 3.062 votosR$ 21,1
Votos por real
- 2024, vereadora: 5,5 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
- 2022, deputada federal: 8,1 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.