Vitor Reis
Vitor Vicente Reis · nasceu em 1968
Vitor Reis se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2008–2012), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Vitor Reis declarou R$ 69,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 56,4 mil acima da inflação.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- Vitor ReisR$ 69,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa localidade curral velhoR$ 32,5 milPrédio residencial
- Camioneta A10 kqp 0945R$ 29,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 30 OvinosR$ 4.874Bens da atividade autônoma
- 20 CaprinosR$ 3.249Bens da atividade autônoma
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Vitor Reis declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Campo Alegre do Fidalgo (PI) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 91080,8%
- Próprio bolsoR$ 21719,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 62855,8%
- ServiçosR$ 28225%
- Rádio, TV e vídeoR$ 21719,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Campo Alegre do Fidalgo (PI), 2012
Mediana da disputa: R$ 94,9 por voto. Quem venceu, Edmar Torres, gastou R$ 35,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 760; o mais barato, R$ 32,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pastor Antonio PSLR$ 11 mil · 15 votosR$ 760
- Alex Morais PDTR$ 32 mil · 130 votosR$ 242
- Professor Francys Dias PSBR$ 23 mil · 199 votosR$ 116
- Petronio Dias PTR$ 16 mil · 140 votosR$ 114
- Professora Eulalia PDTR$ 19 mil · 164 votosR$ 113
- Professor Alonso PPR$ 13 mil · 133 votosR$ 99,3
- Gilson Ribeiro PSBR$ 21 mil · 226 votosR$ 94,9
- Professor Silva PSBR$ 7,9 mil · 118 votosR$ 67,4
- Daniela Dias PTBR$ 12 mil · 199 votosR$ 59,5
- Edmar Torres PPR$ 13 mil · 356 votosR$ 35,8
- Reinaldo Morais PTBR$ 6,1 mil · 174 votosR$ 35,1
- Cidão PTBR$ 5,5 mil · 170 votosR$ 32,1
Votos por real
- 2012, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 5,4 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.