Vitor Nery de Morais
nasceu em 1944
Vitor Nery de Morais se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 3 partidos: MDB (2008–2012), PSDB (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 76 anos, até o fundamental, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012Prefeito · Silvianópolis (MG)MDB 15· centro-direita· na urna, Vitor Nerynão eleito1.293 votos, 32,7%
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Vitor Nery de Morais declarou R$ 913 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 314,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- Vitor Nery de MoraisR$ 913 mil
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Saldo bancárioR$ 402,2 milConta corrente no país
- Uma porção de terrasR$ 270,1 milTerra nua
- Quota de capitalR$ 143,6 milQuotas ou quinhões de capital
- Chevrolet Prisma 2015R$ 57,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CasaR$ 38,8 milCasa
- Quota de capitalR$ 862Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Vitor Nery de Morais declarou ao TSE R$ 140 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 65 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Silvianópolis (MG) · DEM · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Democratas - Diretorio NacionalR$ 19,8 mil42,7%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 14,2 mil30,5%
- Próprio bolsoR$ 7.07615,2%
- PartidoTudo de Comissao Provisoria Do Democratas - DemR$ 5.37211,6%
Para onde foi
- Material impressoTudo de William Monteiro Lourenco RodriguesR$ 6.79316,9%
- TransporteTudo de Posto Sant Ana LtdaR$ 6.50916,2%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Alberto Hektor El Khouri - Cpf:985.120.726-87R$ 3.5388,8%
- EscritórioR$ 710,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Silvianópolis (MG), 2020
Vitor Nery De Morais: R$ 57,8 por voto (mediana da disputa, R$ 57,8). Quem venceu, Homero Brasil, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 124; o mais barato, R$ 19,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vitor Nery De Morais. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toninho Da Preta PTR$ 10 mil · 82 votosR$ 124
- Dra Cibele Gonzales PTBR$ 35 mil · 419 votosR$ 83,4
- Vitor Nery De Morais DEMR$ 40 mil · 696 votosR$ 57,8
- Homero Brasil REPUBLICANOSR$ 49 mil · 2.492 votosR$ 19,6
Votos por real
- 2020, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 158 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 92 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 24 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.