Vitor Ferrari
Vitor Luiz Ferrari · nasceu em 1957
Vitor Ferrari se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Vitor Ferrari declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje: 71 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.
Declarou 71 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Vitor FerrariR$ 3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Vitor Ferrari declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Portelândia (GO) · PTB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Portelândia (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 54,2 por voto. Quem venceu, Roberta Acadroli, gastou R$ 24,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 179; o mais barato, R$ 24,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Genivaldo (Bezerra) MDBR$ 12 mil · 67 votosR$ 179
- Rogerio Do Asfalto MDBR$ 16 mil · 138 votosR$ 114
- Michael Do Gas MDBR$ 8,7 mil · 91 votosR$ 96,1
- Orislei MDBR$ 17 mil · 184 votosR$ 94,9
- Vilson Garupeira DEMR$ 4,1 mil · 69 votosR$ 60
- Eduardo Dudu MDBR$ 11 mil · 209 votosR$ 54,2
- Wagner MDBR$ 5,3 mil · 106 votosR$ 49,8
- Professora Delma MDBR$ 6,9 mil · 181 votosR$ 38,2
- Nivaldo Madureira MDBR$ 6,4 mil · 184 votosR$ 34,8
- Professora Sandra PSDR$ 3,2 mil · 110 votosR$ 29,2
- Roberta Acadroli REPUBLICANOSR$ 3,2 mil · 132 votosR$ 24,6
Votos por real
- 2004, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.