Vitor do Super José
Vitor Francisco da Silva · nasceu em 1971
Vitor do Super José se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSB (2004), PTB (2008–2010), PRP (2012), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2010Deputado federal · São PauloPTB 1421· centro-direitasuplente1.069 votos; 552º mais votado de 1.030 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Vitor do Super José teve 1.069 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 552º lugar entre 1.030 candidatos.
Recebeu votos em 75 cidades. Sorocaba deu 67,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Vitor do Super José declarou R$ 86 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 388,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 0% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Vitor do Super JoséR$ 86
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Vitor do Super José declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 37 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Sorocaba (SP) · PRP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.03341,6%
- EmpresasR$ 2.38332,7%
- PartidoR$ 1.87225,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.52134,6%
- ServiçosR$ 2.38332,7%
- OutrosR$ 2.38332,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Sorocaba (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 50,3 por voto. Quem venceu, Helio Godoy, gastou R$ 18,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 148; o mais barato, R$ 18,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Cel. Vitor Gusmão PTBR$ 156 mil · 1.060 votosR$ 148
- Cicero João PPR$ 322 mil · 2.347 votosR$ 137
- Pr.Apolo PSBR$ 276 mil · 3.786 votosR$ 72,9
- Ruy Amorim PDTR$ 148 mil · 2.120 votosR$ 69,9
- Francisco França PTR$ 259 mil · 4.465 votosR$ 58,1
- Izídio De Brito PTR$ 235 mil · 4.670 votosR$ 50,3
- Paulo Mendes PSDBR$ 172 mil · 3.488 votosR$ 49,4
- Eng. Martinez PSDBR$ 145 mil · 3.969 votosR$ 36,5
- Fernando Dini MDBR$ 219 mil · 7.004 votosR$ 31,2
- Miss. Rodrigo Manga PPR$ 127 mil · 4.778 votosR$ 26,6
- Helio Godoy PSDR$ 131 mil · 7.046 votosR$ 18,6
Votos por real
- 2012, vereador: 351 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 23 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 1.362 votos por R$ 1.000, 9,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.