Vitor da Farmácia
Vitor Sodeiro Filho · nasceu em 1955
Vitor da Farmácia disputou uma eleição, em 2004, para vereador (Sapezal (MT)), pelo MDB: suplente.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 49 anos, superior completo, farmaceutico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Vitor da Farmácia declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Sapezal (MT) · MDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 19,9 mil75,1%
- Próprio bolsoR$ 6.60124,9%
Para onde foi
Nada declarado em 2004.
Quanto custou cada voto: vereador, Sapezal (MT), 2004
Mediana da disputa: R$ 619 por voto. Quem venceu, Dr Roberto, gastou R$ 91,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.018; o mais barato, R$ 91,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 4 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Maria Alice PSDBR$ 8,1 mil · 8 votosR$ 1.018
- Tatú PSDBR$ 13 mil · 13 votosR$ 990
- Cleonice Ferreira Da Cruz MDBR$ 20 mil · 21 votosR$ 948
- Irmao Orlando PSCR$ 20 mil · 29 votosR$ 684
- Paulista PSDBR$ 3,1 mil · 5 votosR$ 619
- Celomir PSDBR$ 3,7 mil · 17 votosR$ 216
- Divino PSDBR$ 7,9 mil · 72 votosR$ 110
- Dr Roberto PTR$ 42 mil · 461 votosR$ 91,4
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.