Apuração
Deputado estadual · 2014 · PHS

Vitor Carneiro

Vitor do Carmo Carneiro · nasceu em 1952

Vitor Carneiro se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PHS2006PHS2008PHS2010PHS2012PHS2014PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PHS.

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPHS200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 62 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PHS 31505· centro-direita
    suplente216 votos; 818º mais votado de 1.055 no estado
  2. 2012
    PHS 31444· centro-direita
    suplente
  3. 2010
    Deputado federal · Minas Gerais
    PHS 3150· centro-direita
    suplente418 votos; 418º mais votado de 524 no estado
  4. 2008
    PHS 31444· centro-direita
    suplente
  5. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    PHS 3150· centro-direita· na urna, Vítor Carneiro
    suplente1.109 votos; 320º mais votado de 528 no estado
  6. 2004
    PHS 31444· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Vitor Carneiro teve 216 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 818º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 18 cidades. Belo Horizonte deu 67,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.

216 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 216 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)145 votos67,1%
  2. Contagem (MG)20 votos9,3%
  3. Formiga (MG)17 votos7,9%
  4. Piumhi (MG)13 votos6%
  5. Betim (MG)4 votos1,9%
  6. Outras 3 cidades3 votos1,4%
As outras 2 eleições para deputado
418 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 418 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)248 votos59,3%
  2. Formiga (MG)46 votos11%
  3. Contagem (MG)40 votos9,6%
  4. Piumhi (MG)13 votos3,1%
  5. Uberlândia (MG)13 votos3,1%
  6. Outras 22 cidades24 votos5,7%
1.109 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.109 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)396 votos35,7%
  2. Andradas (MG)154 votos13,9%
  3. Contagem (MG)61 votos5,5%
  4. Formiga (MG)53 votos4,8%
  5. Uberlândia (MG)33 votos3%
  6. Outras 190 cidades295 votos26,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Vitor Carneiro declarou R$ 176,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2014, o total subiu R$ 9.072 acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 176,1 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 90.800 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2014.

  • Vitor CarneiroR$ 176,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 137,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 176,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Vitor Carneiro declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Minas Gerais · PHS · suplente

De onde veio

R$ 7.876
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.876.
  1. PartidoTudo de Partido Humanista Da SolidariedadeR$ 7.68097,5%
  2. Outros candidatosR$ 1962,5%

Para onde foi

R$ 7.876
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Paulo Guedes, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 28,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 146 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 237 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.