Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Vitor

Vitor Chuede · nasceu em 1955

Vitor se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,19← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Paula Freitas (PR)
    MDB 15111· centro-direita
    não eleito
  2. 2012
    Vereador · Paula Freitas (PR)
    MDB 15111· centro-direita· na urna, Vitor Chuede
    suplente
  3. 2008
    Vereador · Paula Freitas (PR)
    MDB 15555· centro· na urna, Vitor Chuede
    suplente119 votos
  4. 2004
    Vereador · Paula Freitas (PR)
    MDB 15555· centro· na urna, Vitor Chuede
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Vitor declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 41 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1,6 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,7 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.072.608 na declaração)

Declarou 41 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.

  • VitorR$ 1,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 13 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Terreno rural com 50 hectaresR$ 812,3 mil
    Terreno rural
  2. Apartamento conjunto roma n. 24R$ 243,7 mil
    Casa
  3. Apartamento stituado na rua alfineirosR$ 241,3 mil
    Casa
  4. Casa residencial situada a rua gerhard trappR$ 179,5 mil
    Casa
  5. Disponibilidade financeiraR$ 68,2 mil
    Dinheiro em espécie
  6. Caminhão M.BENZ/L113R$ 56,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Camionete c.abertaR$ 47,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Veiculo gm/prisma joyR$ 32,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Quotas de capital da empresa chuede e cia LTDAR$ 23,2 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  10. Deposito em caderneta de poupança banco do brasil S/A…R$ 21,4 mil
    Caderneta de poupança
  11. Brasilprev vfbl banco do brasil agencia 0217-8R$ 14,5 mil
    Previdência VGBL
  12. Conta corrente na caixa economica federal agencia 0407R$ 1.119
    Conta corrente no país
  13. Saldo em conta correnteR$ 931
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Vitor declarou ao TSE R$ 7,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Paula Freitas (PR) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 4.477
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.477.
  1. Próprio bolsoR$ 3.88686,8%
  2. Outros candidatosR$ 59113,2%

Para onde foi

R$ 4.477
O maior gasto foi com transporte: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.477.
  1. TransporteR$ 3.17470,9%
  2. ServiçosR$ 1.01222,6%
  3. Material impressoR$ 2916,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Paula Freitas (PR), 2016

Mediana da disputa: R$ 41 por voto. Quem venceu, Serginho, gastou R$ 17,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 17,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Antonio MDBR$ 5 mil · 36 votosR$ 138
  • Kesia PSDBR$ 3,5 mil · 35 votosR$ 101
  • Terezinha Kmita PTBR$ 3,6 mil · 45 votosR$ 80,3
  • Gatao PSDBR$ 5 mil · 67 votosR$ 74,7
  • Patricia MDBR$ 3,5 mil · 50 votosR$ 69,6
  • Neco Gas PSDBR$ 4,6 mil · 112 votosR$ 41
  • Mario Da Padaria PPR$ 3,7 mil · 96 votosR$ 39
  • Nelson Luiz DEMR$ 5 mil · 144 votosR$ 34,7
  • Clemente Cortellini PTBR$ 3,5 mil · 108 votosR$ 32,8
  • Mineia PLR$ 3,7 mil · 117 votosR$ 31,7
  • Serginho PPR$ 3,5 mil · 202 votosR$ 17,4

Votos por real

  • 2012, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.