Vitor
Antonio Lazaro Chaves Ribeiro · nasceu em 1979
Vitor se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PTB (2004), MDB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2012: 33 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Vitor declarou R$ 54,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 23,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2012.
- VitorR$ 54,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 61,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Vitor declarou ao TSE R$ 9,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,7 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Riachinho (TO) · MDB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Riachinho (TO), 2012
Mediana da disputa: R$ 93,3 por voto. Quem venceu, Valdir Da Solimar, gastou R$ 41,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 179; o mais barato, R$ 41,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eduardo Do Magalhães PSDR$ 14 mil · 78 votosR$ 179
- Adauto PTR$ 15 mil · 105 votosR$ 142
- Rosa PLR$ 18 mil · 136 votosR$ 133
- Fogoió PTBR$ 23 mil · 179 votosR$ 131
- Lorim Do Cazuza PTR$ 6,6 mil · 68 votosR$ 97,7
- Zé Adaid PTR$ 6,7 mil · 69 votosR$ 96,4
- Benício PTBR$ 16 mil · 167 votosR$ 93,3
- Leidmar DEMR$ 11 mil · 135 votosR$ 83,4
- Nilson Brasil PLR$ 11 mil · 146 votosR$ 73,1
- Joaninha PLR$ 20 mil · 282 votosR$ 70,4
- Danilo PLR$ 9,1 mil · 191 votosR$ 47,5
- Valdir Da Solimar PTBR$ 7,1 mil · 170 votosR$ 41,7
Votos por real
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.