Vítor Pletsch
Vitor Antonio Pletsch · nasceu em 1942
Vítor Pletsch se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Passou por 4 partidos: DEM (2002–2004), PSB (2008), PSD (2016), PSL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 77 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulDEM 25369· direita· na urna, Vitor Pletschsuplente10.621 votos; 162º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Vítor Pletsch teve 10.621 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 162º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 195 cidades. Nova Prata deu 47,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Vítor Pletsch declarou R$ 8.590 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 262,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.
- Vítor PletschR$ 8.590
- Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Aplicação no Banco Banrisul AS em Nova PrataR$ 3.017Outras aplicações
- Poupança no Banco Bradesco ASR$ 2.873Caderneta de poupança
- Aplicação de renda fixa no Banco Santander ASR$ 1.149Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Fundo de Investimento da Caixa Economica Federal ASR$ 833Fundos de longo prazo e FIDC
- conta Corrente no Banrisul ASR$ 718Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Vítor Pletsch declarou ao TSE R$ 316 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 102 mil, 16% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Nova Prata (RS) · PSL · não eleito
De onde veio
- Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 85,4 mil87%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Social Liberal - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 12,7 mil13%
Para onde foi
- PessoalR$ 3.4963,6%
- EscritórioR$ 3.0003,1%
- InternetR$ 6930,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Nova Prata (RS), 2020
Vítor Pletsch: R$ 23,7 por voto (mediana da disputa, R$ 23,7). Quem venceu, Alcione Grazziotin, gastou R$ 16,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 30,7; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vítor Pletsch. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Beto Carnevalli PTBR$ 112 mil · 3.668 votosR$ 30,7
- Vinício PVR$ 12 mil · 451 votosR$ 26,4
- Vítor Pletsch PSLR$ 98 mil · 4.142 votosR$ 23,7
- Alcione Grazziotin MDBR$ 108 mil · 6.515 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2020, prefeito: 42 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 58 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 149 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 165 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.