Virgilinho Amaral
Virgilio do Amaral Filho · nasceu em 1966
Virgilinho Amaral se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2004), PSDB (2008–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Virgilinho Amaral declarou ao TSE R$ 109 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 85 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Borborema (SP) · PSDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PessoasR$ 2.35876,4%
- Próprio bolsoR$ 72923,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 70842,3%
- Material impressoR$ 35421,2%
- TransporteR$ 30618,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 28316,9%
- EscritórioR$ 211,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Borborema (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 18,6 por voto. Quem venceu, Carlinhos P Galinha Preta, gastou R$ 3,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 86,3; o mais barato, R$ 3,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Glaucia Stein PATRIOTAR$ 7,1 mil · 82 votosR$ 86,3
- Rogéria Gomes Milaus PATRIOTAR$ 9,2 mil · 252 votosR$ 36,6
- Teo Pereira MDBR$ 2,3 mil · 78 votosR$ 30,1
- Professor Carlos Torres PPR$ 8,8 mil · 320 votosR$ 27,4
- William Oliveira PSDBR$ 1,6 mil · 60 votosR$ 27,1
- Giliard Pazini MDBR$ 8,2 mil · 441 votosR$ 18,6
- Zezinho Rasqueri MDBR$ 1,7 mil · 128 votosR$ 13,3
- Ditinho Anselmo PSDBR$ 3,2 mil · 250 votosR$ 12,6
- Ricardo Penariol PLR$ 3 mil · 315 votosR$ 9,57
- Celso Gerbasi PSDBR$ 2 mil · 221 votosR$ 8,97
- Carlinhos P Galinha Preta PLR$ 1,6 mil · 523 votosR$ 3,14
Votos por real
- 2012, prefeito: 49 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 92 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.