Vilson Gonçalves
nasceu em 1968
Vilson Gonçalves se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PSB (2004), PT (2008), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008Vice-prefeito · Rurópolis (PA)PT 15· centro-esquerdaNa chapa de Aparecidochapa eleita6.245 votos da chapa, 53,6%
- 2004Prefeito · Rurópolis (PA)PSB 40· centro-esquerda· na urna, Vilson Golçalvesnão eleito4.777 votos, 44,3%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Vilson Gonçalves declarou R$ 452,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 20,4 mi, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Pará em 2020.
- Vilson GonçalvesR$ 452,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 466,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 664,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- lote rural proximo a 6 vicina da TransforlandiaR$ 143,6 milTerreno rural
- terreno urbano no distrito de FordlandiaR$ 100,6 milTerreno
- chacara na estrada do Cauassu-ê-pá com aproximadamente 40…R$ 71,8 milOutros bens imóveis rural
- saldo em conta Bradesco ag 0750 cc 019325-9R$ 50,1 milConta corrente no país
- lote rural de 100 hectares proximo a comunidade de apace…R$ 28,7 milTerreno rural
- chacara em Aveiro proximo a pista de pousoR$ 25,9 milOutros bens imóveis
- lote urbano na vila de cauassu-ê-páR$ 17,2 milTerreno
- chacrara na comunidade de Santa CruzR$ 14,4 milOutros bens imóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Vilson Gonçalves declarou ao TSE R$ 391 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 193 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Aveiro (PA) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 43,2 mil53,5%
- Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Para - Pa - EstadualR$ 21,2 mil26,3%
- Próprio bolsoR$ 16,3 mil20,2%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 11 mil13,8%
- EventosR$ 3.9104,9%
- OutrosR$ 2.4913,1%
- EscritórioR$ 1.7692,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Aveiro (PA), 2020
Vilson Gonçalves: R$ 20,1 por voto (mediana da disputa, R$ 20,1). O voto mais caro custou R$ 88,2; o mais barato, R$ 16,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Guilherme Bentes PPR$ 27 mil · 308 votosR$ 88,2
- Ranilson Prado REPUBLICANOSR$ 42 mil · 1.291 votosR$ 32,9
- Vilson Gonçalves MDBR$ 80 mil · 3.972 votosR$ 20,1
- Fernando Soares DEMR$ 42 mil · 2.518 votosR$ 16,9
Votos por real
- 2020, prefeito: 50 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 30 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.