Vilson
Valmor Eduardo da Silva · nasceu em 1946
Vilson se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 65 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Vilson declarou R$ 131,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 286,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- VilsonR$ 131,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Vilson declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 8 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Tramandaí (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.24293,6%
- PartidoR$ 3606,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Tramandaí (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 43,7 por voto. Quem venceu, Lauda, gastou R$ 22,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 197; o mais barato, R$ 22,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- André Trindade R. De Freitas PTR$ 21 mil · 107 votosR$ 197
- Paulinho Do Triângulo REPUBLICANOSR$ 40 mil · 285 votosR$ 139
- Teresinha Silveira CIDADANIAR$ 40 mil · 373 votosR$ 106
- Enio Do Quarenta MDBR$ 46 mil · 688 votosR$ 67,5
- Cris Muller PTR$ 22 mil · 373 votosR$ 58,1
- Junior Sessim Filho REPUBLICANOSR$ 30 mil · 599 votosR$ 50,1
- Machado PPR$ 20 mil · 460 votosR$ 43,7
- Luiz Motti MDBR$ 27 mil · 641 votosR$ 42,3
- Mana Padilha PSDBR$ 20 mil · 470 votosR$ 41,7
- Marcio Batata PPR$ 33 mil · 922 votosR$ 36,2
- Leandro Da Ls MDBR$ 24 mil · 741 votosR$ 33
- Lauda MDBR$ 23 mil · 1.013 votosR$ 22,4
Votos por real
- 2012, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 69 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.