Apuração
Deputado estadual · 2018 · PT

Vilmar Sousa

Vilmar Sousa de Oliveira · nasceu em 1968

Vilmar Sousa se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PT2014PT2016PT2018PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT20102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 50 anos, ensino médio, agricultor, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2014, preta em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Tocantins
    PT 13567· esquerda
    suplente23 votos; 198º mais votado de 207 no estado
  2. 2016
    Vereador · Paranã (TO)
    PT 13567· centro-esquerda
    suplente
  3. 2014
    Deputado estadual · Tocantins
    PT 13567· centro-esquerda
    suplente74 votos; 190º mais votado de 238 no estado
  4. 2010
    Deputado estadual · Tocantins
    PT 13567· centro-esquerda
    suplente343 votos; 135º mais votado de 214 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Vilmar Sousa teve 23 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 198º lugar entre 207 candidatos.

Recebeu votos em 13 cidades. Palmas deu 21,7% deles.

23 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 23 votos.
  1. Palmas (TO)5 votos21,7%
  2. Cariri do Tocantins (TO)3 votos13%
  3. Araguaína (TO)3 votos13%
  4. Aliança do Tocantins (TO)2 votos8,7%
  5. Palmeirópolis (TO)2 votos8,7%
  6. Paraíso do Tocantins (TO)1 voto4,3%
As outras 2 eleições para deputado
74 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 74 votos.
  1. Paranã (TO)41 votos55,4%
  2. Palmas (TO)16 votos21,6%
  3. Palmeirópolis (TO)7 votos9,5%
  4. Arraias (TO)3 votos4,1%
  5. Gurupi (TO)3 votos4,1%
  6. São Salvador do Tocantins (TO)1 voto1,4%
343 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 343 votos.
  1. Paranã (TO)148 votos43,1%
  2. Palmeirópolis (TO)71 votos20,7%
  3. Palmas (TO)53 votos15,5%
  4. Porto Nacional (TO)8 votos2,3%
  5. São Salvador do Tocantins (TO)8 votos2,3%
  6. Outras 11 cidades12 votos3,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Vilmar Sousa declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2010 e 2018, o total subiu R$ 328,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 658.000 na declaração)

Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Tocantins em 2018.

  • Vilmar SousaR$ 1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 213,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Vilmar Sousa declarou ao TSE R$ 121 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 62 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Tocantins · PT · suplente

De onde veio

R$ 18,2 mil
61% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Dos TrabalhadoresR$ 7.16339,4%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.92121,6%
  3. Próprio bolsoR$ 2.20212,1%

Para onde foi

R$ 2.202
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Tocantins, 2018

Mediana da disputa: R$ 41,1 por voto. Quem venceu, Cleiton Cardoso, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.140; o mais barato, R$ 17,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 10 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 3,1 votos por R$ 1.000, 8% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 1,4 votos por R$ 1.000, 9% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 5,6 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.