Apuração
Vereador · 2012 · PT

Vilmar do Virgulino

Vilmar Daniel da Silva · nasceu em 1965

Vilmar do Virgulino disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Japaraíba (MG)), pelo PT: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Japaraíba (MG)
    PT 13500· centro-esquerda
    não eleito60 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Vilmar do Virgulino declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 50 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 750.000 na declaração)

Declarou 50 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Vilmar do VirgulinoR$ 1,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Um sítioR$ 657,4 mil
    Terreno rural
  2. Uma casa de moradaR$ 547,8 mil
    Casa
  3. Um caminhãoR$ 350,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Um automóvel golR$ 65,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Vinte garrotesR$ 21,9 mil
    Outros bens móveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Vilmar do Virgulino declarou ao TSE R$ 65 em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Japaraíba (MG) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 65
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 65
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Japaraíba (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 41,2 por voto. Quem venceu, Celi Veloso, gastou R$ 22,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 79,4; o mais barato, R$ 19,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Samuel Da Imperial PSBR$ 10 mil · 126 votosR$ 79,4
  • Pastor Marcelo AGIRR$ 1,7 mil · 28 votosR$ 61,9
  • Neuris DEMR$ 3,3 mil · 65 votosR$ 50,3
  • Ana Lucia Do Joaquim PLR$ 2,7 mil · 55 votosR$ 50
  • Lico Da Daniela AGIRR$ 2,2 mil · 50 votosR$ 43,9
  • Saulo PSDR$ 1,8 mil · 43 votosR$ 41,6
  • Clayton PLR$ 3,5 mil · 85 votosR$ 41,2
  • Artur Do Grilo PSDBR$ 3,9 mil · 108 votosR$ 36,1
  • Claudio Da Prefeitura PPR$ 3 mil · 109 votosR$ 27,4
  • Mardem Do Capoeirão PSDBR$ 1,7 mil · 66 votosR$ 26,4
  • Celi Veloso AGIRR$ 2,3 mil · 99 votosR$ 22,8
  • Eliana Do Salão PC do BR$ 1,6 mil · 83 votosR$ 19,1

Votos por real

  • 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.