Vilmar da Mecanica
Vilmar Serafim de Brito · nasceu em 1963
Vilmar da Mecanica se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PDT (2004), PL (2012–2016), DEM (2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 60 anos, ensino médio, empresário, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Vilmar da Mecanica declarou R$ 120,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2024.
Declarou 4,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Vilmar da MecanicaR$ 120,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Caminhão caçambaR$ 66,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terra ruralR$ 33,1 milTerreno rural
- Fiat palioR$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Capital social da empresaR$ 5.523Outras participações societárias
- Voyage 1989R$ 1.105Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Vilmar da Mecanica declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Frei Inocêncio (MG) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 46652,9%
- Próprio bolsoR$ 41647,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Frei Inocêncio (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 76,1 por voto. Quem venceu, Adriano Souza, gastou R$ 33,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.823; o mais barato, R$ 33,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rodrigo Da Lena PSBR$ 11 mil · 6 votosR$ 1.823
- Mirinha Cota PODER$ 9,8 mil · 19 votosR$ 518
- Graça Do Nações PODER$ 7,7 mil · 16 votosR$ 478
- Regina Irmã Do Nal PSDR$ 6,1 mil · 27 votosR$ 225
- Sandra Do Sinval REPUBLICANOSR$ 6 mil · 48 votosR$ 125
- Carlito Macedo PSDR$ 5,9 mil · 63 votosR$ 93,1
- Frederico Amorim REPUBLICANOSR$ 12 mil · 152 votosR$ 76,1
- Thiago Timbim PSBR$ 9,6 mil · 189 votosR$ 50,7
- Jackeline Teles PSDR$ 5,7 mil · 136 votosR$ 42,2
- Valdemar Da Saúde PSBR$ 6,6 mil · 159 votosR$ 41,3
- Maria Amélia Esposa Do Tidinho PSBR$ 6,3 mil · 169 votosR$ 37,3
- Adriano Souza REPUBLICANOSR$ 7,5 mil · 223 votosR$ 33,7
Votos por real
- 2024, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 6 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 47 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.