Apuração
Vereador · 2012 · PP

Victor

Victor Luiz de Vargas · nasceu em 1955

Victor se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Sempre pelo PP.

VereadorPartidoPP20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 57 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PP 11609· direita
    suplente170 votos
  2. 2008
    PP 11609· direita· na urna, Vitor
    eleito195 votos
  3. 2004
    PP 11609· direita· na urna, Vitor
    eleito190 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Victor declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 151 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 475.000 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • VictorR$ 1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. 300 Cabeças de gadoR$ 525,9 mil
    Rebanho e animais
  2. Casa de 108 m quadradosR$ 175,3 mil
    Casa
  3. 13 Hectares de terraR$ 164,3 mil
    Outros bens imóveis rural
  4. Trator mf 5275R$ 131,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Carro GM gol ano 2004 G3R$ 26,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Uma carreta agrícolaR$ 6.574
    Outros bens móveis
  7. Disco agrícolaR$ 6.574
    Outros bens móveis
  8. EscarificadorR$ 4.383
    Outros bens móveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Victor declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Amaral Ferrador (RS) · PP · suplente

De onde veio

R$ 3.682
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.682
O maior gasto foi com material impresso: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.682.
  1. Material impressoR$ 2.68472,9%
  2. TransporteR$ 97526,5%
  3. OutrosR$ 240,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Amaral Ferrador (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 29,4 por voto. Quem venceu, Nato, gastou R$ 15,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 60,1; o mais barato, R$ 15,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Rafael Silva MDBR$ 13 mil · 221 votosR$ 60,1
  • Marcio MDBR$ 14 mil · 342 votosR$ 39,8
  • João Paulo PSDBR$ 7,5 mil · 208 votosR$ 36,2
  • Claudoir Vargas PTR$ 5,1 mil · 155 votosR$ 32,6
  • Neco MDBR$ 7 mil · 215 votosR$ 32,5
  • Ronivan PPR$ 9 mil · 306 votosR$ 29,4
  • Preta PDTR$ 4,6 mil · 189 votosR$ 24,6
  • Ozi PPR$ 6,9 mil · 281 votosR$ 24,6
  • João Carlos PSDBR$ 7 mil · 358 votosR$ 19,6
  • Nerizinho PDTR$ 5,2 mil · 272 votosR$ 19,2
  • Nato PDTR$ 4 mil · 259 votosR$ 15,5

Votos por real

  • 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.