Verlane Scherer Jurique
nasceu em 1961
Verlane Scherer Jurique se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2004), PSDB (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputada federal · Rio Grande do SulPSDB 4511· centro-direitasuplente2.640 votos; 119º mais votada de 308 no estado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Verlane Scherer Jurique teve 2.640 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 119º lugar entre 308 candidatos.
Recebeu votos em 195 cidades. Novo Hamburgo deu 20,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 64,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Verlane Scherer Jurique declarou ao TSE R$ 41 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeita: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Portão (RS) · PSDB · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 1.61983,5%
- PartidoR$ 32116,5%
Para onde foi
- PessoalR$ 97250,2%
- Material impressoR$ 96549,8%
Quanto custou cada voto: vereadora, Portão (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 9,07 por voto. Quem venceu, Diego Martins, gastou R$ 5,73 por voto. O voto mais caro custou R$ 44,8; o mais barato, R$ 5,73.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Alemão MDBR$ 4,7 mil · 106 votosR$ 44,8
- Claudir De Oliveira PDTR$ 4,1 mil · 151 votosR$ 27,3
- Professor Luiz Henrique PTR$ 9,9 mil · 448 votosR$ 22,1
- Paulinho Tim-Tim MDBR$ 4,7 mil · 387 votosR$ 12,3
- Leco MDBR$ 6,7 mil · 611 votosR$ 11
- Adair Rocha MDBR$ 5,7 mil · 626 votosR$ 9,07
- Kiko PDTR$ 11 mil · 1.198 votosR$ 8,82
- Zé Toquinho PDTR$ 5 mil · 676 votosR$ 7,34
- Gerson Roza MDBR$ 4,1 mil · 629 votosR$ 6,57
- Luiz Bandeira (Salgadinho) SOLIDARIEDADER$ 5 mil · 804 votosR$ 6,25
- Diego Martins MDBR$ 5,1 mil · 896 votosR$ 5,73
Votos por real
- 2016, vereadora: 29 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2014, deputada federal: 142 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeita: 40 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 39 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.