Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Veni

Veni Cardoso da Costa · nasceu em 1964

Veni se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PP2012PP2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PP (2008–2012), PDT (2016).

VereadorPartidoPPPDT20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PDT 12123· centro-esquerda
    suplente
  2. 2012
    PP 11777· direita
    suplente156 votos
  3. 2008
    PP 11777· direita
    suplente142 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Veni declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 303,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 653.000 na declaração)

Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • VeniR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Fração de 35 hectares de terra com casa e estufas de fumo…R$ 812,3 mil
    Outros bens imóveis rural
  2. Trator ls 2015 cabinadoR$ 195 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Fração de 2 hectares em bandeirinhaR$ 32,5 mil
    Outros bens imóveis rural
  4. Fiat pálio 1.0 2002 verdeR$ 21,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Veni declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Cerro Grande do Sul (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 1.535
8,8% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.535.
  1. Próprio bolsoR$ 1.19878,1%
  2. PessoasR$ 20213,2%
  3. Fundo partidárioR$ 1348,8%

Para onde foi

R$ 1.535
O maior gasto foi com transporte: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.535.
  1. TransporteR$ 81052,7%
  2. ServiçosR$ 44529%
  3. Material impressoR$ 28018,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Cerro Grande do Sul (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 31,1 por voto. Quem venceu, Lizeane, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 148; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Nuria Maria Pacheco PTR$ 3,4 mil · 23 votosR$ 148
  • Fabio MDBR$ 2,9 mil · 32 votosR$ 89,4
  • Valnur PPR$ 7,5 mil · 173 votosR$ 43,1
  • Cicero PTR$ 3,8 mil · 95 votosR$ 40
  • Elaine MDBR$ 3 mil · 79 votosR$ 37,4
  • Aroldo MDBR$ 8,6 mil · 262 votosR$ 32,9
  • Nilvio Da Radio PTR$ 3,1 mil · 99 votosR$ 31,1
  • Breninho PPR$ 3 mil · 124 votosR$ 24,1
  • Clovis MDBR$ 4,1 mil · 210 votosR$ 19,4
  • Alairto PPR$ 4,2 mil · 219 votosR$ 19,2
  • Pastor Ailtom PPR$ 2,9 mil · 165 votosR$ 17,3
  • Lizeane PPR$ 3 mil · 296 votosR$ 10,2

Votos por real

  • 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.