Vargas
Osvaldo Vargas · nasceu em 1955
Vargas se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 53 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Santa CatarinaPDT 12630· centro-esquerdasuplente1.068 votos; 197º mais votado de 301 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Vargas teve 1.068 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 197º lugar entre 301 candidatos.
Recebeu votos em 41 cidades. Criciúma deu 56,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Vargas declarou R$ 447,6 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 145,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- VargasR$ 447,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Vargas declarou ao TSE R$ 9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,7 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Criciúma (SC) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Criciúma (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 77,1 por voto. Quem venceu, Camisa, gastou R$ 48,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 48,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toninho Da Imbralit MDBR$ 342 mil · 2.298 votosR$ 149
- Tati PSDBR$ 305 mil · 2.145 votosR$ 142
- Romanna Remor DEMR$ 272 mil · 3.034 votosR$ 89,7
- Marly Da Educação MDBR$ 148 mil · 1.771 votosR$ 83,6
- Vanio De Oliveira PPR$ 123 mil · 1.495 votosR$ 82,6
- João Fabris MDBR$ 227 mil · 2.867 votosR$ 79,2
- Luiz Fernando Vampiro MDBR$ 216 mil · 2.803 votosR$ 77,1
- Edinho Do Sindicato MDBR$ 269 mil · 3.671 votosR$ 73,4
- Sandra Zanatta Guidi CIDADANIAR$ 144 mil · 2.107 votosR$ 68,4
- Pastor Jevis PDTR$ 104 mil · 1.612 votosR$ 64,2
- Hulk PSBR$ 132 mil · 2.288 votosR$ 57,7
- Camisa PTR$ 110 mil · 2.263 votosR$ 48,7
Votos por real
- 2008, vereador: 130 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 213 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.