Vanderlei Martin (vandi)
Vanderlei Airton Martin · nasceu em 1966
Vanderlei Martin (vandi) se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016 e 2020.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Vanderlei Martin (vandi) declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 189 mil acima da inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Vanderlei Martin (vandi)R$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- em alvenaria em Pinhal Trombudo-Vale do SolR$ 287,3 milCasa
- imovel rural de 10R$ 265,7 milTerra nua
- imovel rural com 6R$ 172,4 milTerra nua
- imovel rural com 4R$ 139,3 milTerra nua
- imovel rural de 4 ha em Pinhal TrombudoR$ 114,9 milTerra nua
- de 4 estufas de grampoR$ 64,6 milConstrução
- montana 2014 placa IUR6940R$ 34,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Vanderlei Martin (vandi) declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Vale do Sol (RS) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.68796%
- PessoasR$ 714%
Para onde foi
- Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 1719,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Vale do Sol (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 13,4 por voto. Quem venceu, Astor Jaeger, gastou R$ 5,71 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,4; o mais barato, R$ 5,71.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Thais Aline De Almeida PPR$ 2,6 mil · 65 votosR$ 39,4
- Gertrudes Melchior PPR$ 2,4 mil · 108 votosR$ 22,2
- Marcio Bringmann PPR$ 6,1 mil · 337 votosR$ 18,1
- Leonir Scherer PPR$ 2,5 mil · 156 votosR$ 15,9
- Cedimar Martin PPR$ 2 mil · 129 votosR$ 15,8
- Magale Michel Kohl MDBR$ 1,9 mil · 125 votosR$ 15,6
- Leandro Maske PPR$ 3,1 mil · 229 votosR$ 13,4
- Normélio João Reckers PPR$ 2,9 mil · 298 votosR$ 9,75
- Julinha Goldschmidt MDBR$ 3,1 mil · 387 votosR$ 7,94
- César Ebert PPR$ 3,4 mil · 467 votosR$ 7,27
- Patricia Carvalho PPR$ 2,1 mil · 317 votosR$ 6,51
- Astor Jaeger PPR$ 2,1 mil · 374 votosR$ 5,71
Votos por real
- 2020, vereador: 183 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.