Apuração
Vereador · 2016 · AGIR

Vanderlei

Wanderley de Oliveira Brito · nasceu em 1966

Vanderlei se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PP2004PP2008PP2012PL2016AGIR← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: PP (2002–2008), PL (2012), AGIR (2016).

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPPPLAGIR20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, superior completo, administrador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    AGIR 36036· direita
    suplente304 votos
  2. 2012
    Vice-prefeito · Guajará-Mirim (RO)
    PL 22· direita· na urna, Wanderley
    Na chapa de Atalíbio
    chapa não eleita1.039 votos da chapa, 5,0%
  3. 2008
    PP 11· direita· na urna, Wanderley
    não eleito3.518 votos, 17,4%
  4. 2004
    PP 11611· direita
    eleito691 votos
  5. 2002
    Deputado estadual · Rondônia
    PP 11611· direita· na urna, Wanderlei Brito
    suplente1.827 votos; 111º mais votado de 327 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Vanderlei teve 1.827 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 111º lugar entre 327 candidatos.

Recebeu votos em 16 cidades. Guajará-Mirim deu 75,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.

1.827 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.827 votos.
  1. Guajará-Mirim (RO)1.385 votos75,8%
  2. Porto Velho (RO)289 votos15,8%
  3. Nova Mamoré (RO)69 votos3,8%
  4. Cacoal (RO)23 votos1,3%
  5. São Francisco do Guaporé (RO)20 votos1,1%
  6. Outras 1 cidade1 voto0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Vanderlei declarou R$ 362,3 mil em bens, em reais de hoje: 5,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 354,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 362,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 223.000 na declaração)

Declarou 5,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2016.

  • VanderleiR$ 362,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 61,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 152,7 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 362,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Vanderlei declarou ao TSE R$ 241 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 166 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Guajará-Mirim (RO) · AGIR · suplente

De onde veio

R$ 3.042
6,3% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.042.
  1. PessoasR$ 2.85093,7%
  2. Fundo partidárioR$ 1936,3%

Para onde foi

R$ 3.042
O maior gasto foi com serviços: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.042.
  1. ServiçosR$ 2.85093,7%
  2. Material impressoR$ 1936,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Guajará-Mirim (RO), 2016

Mediana da disputa: R$ 33,5 por voto. Quem venceu, Augustinho Figueiredo, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 95; o mais barato, R$ 15,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Vilheguinha MDBR$ 9,9 mil · 104 votosR$ 95
  • Professor Lourione PVR$ 11 mil · 142 votosR$ 78,5
  • Marcelo Bentes MOBILIZAR$ 12 mil · 162 votosR$ 75,9
  • Manoel Roleiro PC do BR$ 11 mil · 203 votosR$ 51,9
  • Vando MDBR$ 11 mil · 247 votosR$ 45,5
  • Teles PPR$ 11 mil · 263 votosR$ 41,3
  • Tani Melhem PSDBR$ 10 mil · 308 votosR$ 33,5
  • Sgt Cleb PODER$ 10 mil · 317 votosR$ 32,7
  • Kerling Brito PODER$ 13 mil · 466 votosR$ 27,9
  • Sergio Bouez PSBR$ 16 mil · 580 votosR$ 27,1
  • Roberto Do Mercado MOBILIZAR$ 10 mil · 397 votosR$ 26,1
  • Augustinho Figueiredo PDTR$ 13 mil · 830 votosR$ 15,6

Votos por real

  • 2016, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 63 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.