Apuração
Vereador · 2012 · PSB

Valter Lemos

Valter Martim Lemos da Silva · nasceu em 1949

Valter Lemos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,10← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PSB (2012).

VereadorPartidoMDBPSB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSB 40123· centro-esquerda
    suplente267 votos
  2. 2008
    MDB 15620· centro
    eleito526 votos
  3. 2004
    MDB 15620· centro
    eleito730 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Valter Lemos declarou R$ 161,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

Em 2012, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 161,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Valter LemosR$ 161,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 161,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Valter Lemos declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Restinga Sêca (RS) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 1.932
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.932.
  1. Próprio bolsoR$ 1.71688,8%
  2. PessoasR$ 21711,2%

Para onde foi

R$ 1.932
O maior gasto foi com transporte: 83% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.932.
  1. TransporteR$ 1.60182,8%
  2. Material impressoR$ 1919,9%
  3. ServiçosR$ 1417,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Restinga Sêca (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 38 por voto. Quem venceu, Elton Almeida, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 13,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 174 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.