Valter de Gabriel
Valter Souza da Paixão · nasceu em 1972
Valter de Gabriel se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: AGIR (2004), PDT (2008–2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Valter de Gabriel declarou R$ 966 mil em bens, em reais de hoje: 74 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 930,9 mil acima da inflação.
Declarou 74 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Valter de GabrielR$ 966 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Residência em teofilândiaR$ 487,4 milCasa
- Caminhão mercedes benz 2006R$ 211,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Crevrolet S10 2012R$ 130 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Residência teofilândiaR$ 65 milCasa
- Terreno 54X26M² teofilândiaR$ 40,6 milTerreno
- Terreno 10X25M² teofilândiaR$ 24,4 milTerreno
- Banco do brasilR$ 7.413Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Valter de Gabriel declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Teofilândia (BA) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.78163%
- TransporteR$ 80528,4%
- Material impressoR$ 2438,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Teofilândia (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,1 por voto. Quem venceu, Igor Do Sindicato, gastou R$ 5,37 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.103; o mais barato, R$ 5,37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Soares Da Mineração PSCR$ 15 mil · 14 votosR$ 1.103
- Pedro Marcos PDTR$ 3,5 mil · 76 votosR$ 45,4
- Professor Franklin PSDBR$ 4 mil · 114 votosR$ 34,7
- Zé Carlos Batata AGIRR$ 3,8 mil · 128 votosR$ 29,4
- Sergio Meireles PTR$ 4,3 mil · 157 votosR$ 27,4
- Maria De Amelia PSDR$ 3,4 mil · 160 votosR$ 21,5
- Isaias Do Pt PTR$ 8 mil · 380 votosR$ 21,1
- Italvar Moura PTR$ 4,4 mil · 213 votosR$ 20,4
- Adolfo Cordeiro MDBR$ 4,8 mil · 263 votosR$ 18,4
- Ninho Cantor PSDR$ 4,4 mil · 243 votosR$ 18,1
- Ronaldo Do Baixão MDBR$ 4,2 mil · 387 votosR$ 10,9
- Igor Do Sindicato MDBR$ 4,1 mil · 772 votosR$ 5,37
Votos por real
- 2016, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.