Apuração
Deputado federal · 2018 · PRP

Valter da Rosa

Valter Luiz Oliveira da Rosa · nasceu em 1973

Valter da Rosa se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,16← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PC do B2018PRP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PC do B (2010), PRP (2018).

Dep. federalPartidoPC do BPRP20102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 45 anos, superior completo, arquiteto, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PRP 4444· direita
    suplente1.165 votos; 247º mais votado de 404 no estado
  2. 2010
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PC do B 6500· esquerda
    suplente785 votos; 175º mais votado de 271 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Valter da Rosa teve 1.165 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 247º lugar entre 404 candidatos.

Recebeu votos em 210 cidades. Estrela deu 16,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 57,7%.

1.165 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.165 votos.
  1. Estrela (RS)188 votos16,1%
  2. Porto Alegre (RS)115 votos9,9%
  3. Lajeado (RS)105 votos9%
  4. Santa Maria (RS)34 votos2,9%
  5. Caxias do Sul (RS)31 votos2,7%
  6. Outras 195 cidades493 votos42,3%
As outras 1 eleições para deputado
785 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 785 votos.
  1. Estrela (RS)369 votos47%
  2. Porto Alegre (RS)72 votos9,2%
  3. Lajeado (RS)54 votos6,9%
  4. Teutônia (RS)48 votos6,1%
  5. Caxias do Sul (RS)18 votos2,3%
  6. Outras 64 cidades118 votos15%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Valter da Rosa declarou R$ 196 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 196 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 128.750 na declaração)

Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2018.

  • Valter da RosaR$ 196 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 130,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 196 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Centro Estético Mãos e TesourasR$ 111,1 mil
    Fundos de ações e outros
  2. Valter da Rosa Arquitetura E Construções LTDAR$ 36,1 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  3. Celta 1.0 lt flex prataR$ 33,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Gol cl 1.6 mi azulR$ 15,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Valter da Rosa declarou ao TSE R$ 120 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 65 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PRP · suplente

De onde veio

R$ 55,1 mil
93% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 55,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros candidatosR$ 2.2294%
  2. PessoasR$ 1.2062,2%
  3. PartidoR$ 3850,7%

Para onde foi

R$ 36,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal7 pessoas, não nomeadasR$ 18,2 mil50,3%
  2. EscritórioR$ 200,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Paulo Pimenta, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 32 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 12 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.