Valmir de Col
nasceu em 1983
Valmir de Col se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.
Passou por 2 partidos: PDT (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 41 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Valmir de Col declarou R$ 793,2 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 365,1 mil acima da inflação.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.
- Valmir de ColR$ 793,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Lote Urbano n. 147R$ 220,9 milBenfeitorias
- Lote Urbano n. 17R$ 220,9 milBenfeitorias
- VW amarok cd 4x4 confR$ 160,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- FORD/F1000 ssR$ 55,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- VW gol 1.0L MC4R$ 53 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Gm/omega cdR$ 33,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Gm/opala comodoroR$ 33,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Valmir de cól sociedade individual de advocaciaR$ 16,6 milQuotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Valmir de Col declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 3,3 mil, 13% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Coronel Vivida (PR) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.79654%
- Próprio bolsoR$ 1.09432,9%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Anderson Manique Barreto PrefeitoR$ 43713,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Vivida (PR), 2024
Mediana da disputa: R$ 15,6 por voto. Quem venceu, Willian Deliberalli, gastou R$ 5,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 103; o mais barato, R$ 5,72.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jussara De Souza PSDR$ 5,6 mil · 54 votosR$ 103
- Elizangela Xavier PVR$ 11 mil · 107 votosR$ 102
- Professora Maria Olivia PSDR$ 5,8 mil · 177 votosR$ 32,7
- Tássia Castelli PTR$ 17 mil · 759 votosR$ 23
- Volmi Lasta MDBR$ 11 mil · 613 votosR$ 17,8
- Lisete MDBR$ 12 mil · 695 votosR$ 17,2
- Dallastra PSDR$ 8,7 mil · 562 votosR$ 15,6
- Danilo Alves PVR$ 4,9 mil · 325 votosR$ 15,1
- Jones De Carli REPUBLICANOSR$ 3,3 mil · 258 votosR$ 12,7
- João Borges PODER$ 3,8 mil · 467 votosR$ 8,20
- Ivair Bernardo PSDR$ 4 mil · 674 votosR$ 6,00
- Willian Deliberalli PSDR$ 3,4 mil · 598 votosR$ 5,72
Votos por real
- 2024, vereador: 276 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 473 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.