Valmir Coser
nasceu em 1975
Valmir Coser se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PC do B (2012–2014), PRP (2016), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, ensino médio, cabeleireiro e barbeiro, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2014Deputado estadual · Espírito SantoPC do B 65111· esquerdasuplente1.869 votos; 161º mais votado de 472 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Valmir Coser teve 1.869 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 161º lugar entre 472 candidatos.
Recebeu votos em 25 cidades. Aracruz deu 89,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Valmir Coser declarou R$ 11,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 67,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2024.
- Valmir CoserR$ 11,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 14,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Valmir Coser declarou ao TSE R$ 137 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 50 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Aracruz (ES) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.90674%
- Outros candidatosR$ 1.74321,9%
- Próprio bolsoR$ 3284,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.75094,1%
- InternetR$ 1095,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Aracruz (ES), 2024
Mediana da disputa: R$ 25,5 por voto. Quem venceu, Léo Pereira, gastou R$ 9,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 227; o mais barato, R$ 9,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Engenheiro Marcos De Jesus PTR$ 16 mil · 72 votosR$ 227
- Rhayrane PC do BR$ 90 mil · 580 votosR$ 155
- Adriana Guimarães MDBR$ 50 mil · 1.157 votosR$ 43,2
- Alexandre Manhães MOBILIZAR$ 23 mil · 614 votosR$ 36,8
- Renato PDTR$ 21 mil · 644 votosR$ 33,4
- Andre Carlesso PPR$ 21 mil · 699 votosR$ 29,7
- Monica Cordeiro PPR$ 24 mil · 931 votosR$ 25,5
- Lula PSBR$ 21 mil · 1.026 votosR$ 20,2
- Bibi Rossato PPR$ 17 mil · 873 votosR$ 19,4
- Vilson Jaguareté PTR$ 25 mil · 1.297 votosR$ 19,2
- Etienne Coutinho Musso PSBR$ 16 mil · 1.202 votosR$ 13,7
- Léo Pereira UNIÃOR$ 18 mil · 1.801 votosR$ 9,89
Votos por real
- 2024, vereador: 197 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 38 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.