Dr Divino
Valdivino Rodrigues Barbosa · nasceu em 1946
Dr Divino se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2008–2010), DC (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 70 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · GoiásCIDADANIA 23450· centro· na urna, Dr. Valdivino Barbosasuplente168 votos; 442º mais votado de 539 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Dr Divino teve 168 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 442º lugar entre 539 candidatos.
Recebeu votos em 25 cidades. Goiânia deu 50,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dr Divino declarou R$ 796,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 1,1 mi, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2016.
- Dr DivinoR$ 796,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 682,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 870,6 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencial rua jose bonifacio goianiaR$ 276,2 milCasa
- Um lote rua jose bonifacio goianiaR$ 211,2 milTerreno
- Uma casa residencial na vila maximinoR$ 162,5 milCasa
- Dinheiro em especieR$ 73,1 milDinheiro em espécie
- Casa residencial avelinopolisR$ 65 milCasa
- Corcel ll ano 1984R$ 8.123Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dr Divino declarou ao TSE R$ 43 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Aurilândia (GO) · DC · não eleito
De onde veio
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 9.06873,2%
- Próprio bolsoR$ 3.31926,8%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Cristino E Carvalho Ltda - MeR$ 11,9 mil96,1%
- ServiçosR$ 4653,8%
- EscritórioR$ 210,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Aurilândia (GO), 2016
Dr Divino: R$ 729 por voto (mediana da disputa, R$ 94,2). Quem venceu, Rubens Queiroz, gastou R$ 38,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 729; o mais barato, R$ 38,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Divino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Divino DCR$ 12 mil · 17 votosR$ 729
- Cida PSDBR$ 120 mil · 1.246 votosR$ 95,9
- Japonês Da Pousada PRPR$ 3,5 mil · 37 votosR$ 94,2
- Rubens Queiroz MDBR$ 62 mil · 1.627 votosR$ 38,2
Votos por real
- 2016, prefeito: 1,4 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 0,66 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 121 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 9,2 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.