Valdir Tagliari
Valdir Angelo Tagliari · nasceu em 1945
Valdir Tagliari se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PSD (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 71 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Valdir Tagliari declarou R$ 521,9 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 93,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Valdir TagliariR$ 521,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Dinheiro em espécieR$ 251,8 milDinheiro em espécie
- Terreno com 450R$ 151,9 milCasa
- Vw/saveiro 1.6 CE ano 2012 cor preta placas MJP7473R$ 53 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Vw/novo gol 1.0 ano 2014 placas MLM7570R$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Poupança banco itaúR$ 12,3 milConta corrente no país
- Depósito junto ao banco itaúR$ 4.078Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Valdir Tagliari declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Curitibanos (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 12,5 mil96,3%
- PessoasR$ 4863,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.76459,9%
- TransporteR$ 4.69436,2%
- ServiçosR$ 4863,7%
- EscritórioR$ 100,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Curitibanos (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,8 por voto. Quem venceu, Professor Kleberson, gastou R$ 7,16 por voto. O voto mais caro custou R$ 76,1; o mais barato, R$ 7,16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Furlan PTR$ 16 mil · 213 votosR$ 76,1
- Bruno Carneiro PLR$ 14 mil · 290 votosR$ 47
- Moacir Silveira PSDBR$ 14 mil · 318 votosR$ 44,4
- Narcizo Do Açougue MDBR$ 16 mil · 429 votosR$ 37,4
- Lu Do Ferro Velho MDBR$ 14 mil · 395 votosR$ 34,9
- Karinha PSDR$ 14 mil · 390 votosR$ 34,7
- Junior Righes MDBR$ 13 mil · 553 votosR$ 23,8
- Fernando Jota Ele PSDR$ 18 mil · 785 votosR$ 23,1
- Angelo Da Eletronica Americo MDBR$ 13 mil · 579 votosR$ 22,8
- Ivanzinho PSDR$ 18 mil · 957 votosR$ 18,8
- Marcio Poletto PLR$ 14 mil · 929 votosR$ 14,6
- Professor Kleberson MDBR$ 14 mil · 1.887 votosR$ 7,16
Votos por real
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 179 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.