Valdir Mattos
Albino Valdir do Matto · nasceu em 1963
Valdir Mattos se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Valdir Mattos declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 519,7 mil acima da inflação.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Valdir MattosR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Rua curitiba 521R$ 861,9 milCasa
- Em capão da canoaR$ 430,9 milCasa
- Rua manoel machado em gravataiR$ 143,6 milCasa
- Mb 710, ano 2001R$ 93,4 milFundos de longo prazo e FIDC
- L 200, ano 2005R$ 64,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- mercedes benzR$ 57,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Honda, 150, ano 2010R$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Valdir Mattos declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cachoeirinha (RS) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.35763,7%
- PessoasR$ 2.12125,2%
- Fundo partidárioR$ 5666,7%
- Fundo eleitoralR$ 3644,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.93172,8%
- InternetR$ 1.84027,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeirinha (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 48,8 por voto. Quem venceu, David Almansa, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 6.722; o mais barato, R$ 15,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juliana Almeida DCR$ 94 mil · 14 votosR$ 6.722
- Maico Do Posto PVR$ 57 mil · 409 votosR$ 138
- Wailson Pneus DCR$ 24 mil · 246 votosR$ 97,8
- Fernando Medeiros PDTR$ 77 mil · 804 votosR$ 95,9
- Nelson Martini PTBR$ 28 mil · 524 votosR$ 53,9
- Sueme Pompeo De Mattos PDTR$ 39 mil · 770 votosR$ 50,5
- Otoniel Gomes MDBR$ 41 mil · 850 votosR$ 48,8
- Gilson Stuart PSBR$ 41 mil · 859 votosR$ 48,3
- Deoclecio Mello Da Farmacia SOLIDARIEDADER$ 41 mil · 1.411 votosR$ 29,3
- Xavier Espindola PSDR$ 23 mil · 1.003 votosR$ 22,6
- Paulinho Da Farmácia PDTR$ 26 mil · 1.163 votosR$ 22
- David Almansa PTR$ 28 mil · 1.803 votosR$ 15,3
Votos por real
- 2020, vereador: 115 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 338 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.