Valdir Isidoro
Valdir Isidoro da Cunha · nasceu em 1969
Valdir Isidoro se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PSB (2008–2016), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Valdir Isidoro declarou R$ 375,6 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 194,9 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2024.
- Valdir IsidoroR$ 375,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 74 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- rua Nilson MaiaR$ 165,7 milPrédio residencial
- Onix - 2024R$ 110,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- casa residencialR$ 55,2 milPrédio residencial
- Bross 2024 - motoR$ 23,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Bross - 2023 - motoR$ 21 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Valdir Isidoro declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Milhã (CE) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 5.82941,6%
- RepassesR$ 5.50939,3%
- ServiçosR$ 2.33216,6%
- Material impressoR$ 3082,2%
- EscritórioR$ 280,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Milhã (CE), 2016
Valdir Isidoro: R$ 55,8 por voto (mediana da disputa, R$ 43,3). Quem venceu, Ecivando Pinheiro, gastou R$ 20,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 20,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Valdir Isidoro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Felix MDBR$ 12 mil · 102 votosR$ 121
- Chico Braz MDBR$ 13 mil · 149 votosR$ 87,1
- Abraão De João Neto REPUBLICANOSR$ 13 mil · 172 votosR$ 76,3
- Devairton MDBR$ 14 mil · 187 votosR$ 74,8
- Valdir Isidoro PSBR$ 14 mil · 251 votosR$ 55,8
- Edyvan PC do BR$ 13 mil · 262 votosR$ 48,4
- Vagner Charles PPR$ 17 mil · 388 votosR$ 43,3
- Edimilton MDBR$ 13 mil · 325 votosR$ 39,6
- Mairton Do Sindicato PTR$ 17 mil · 541 votosR$ 32,1
- Sivando Pinheiro PODER$ 14 mil · 470 votosR$ 30,8
- Tatiana Machado PTR$ 13 mil · 519 votosR$ 24,4
- Ecivando Pinheiro PTR$ 13 mil · 660 votosR$ 20,2
Votos por real
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.