Valdir Godois
Valdir Godois da Costa · nasceu em 1964
Valdir Godois se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2006Deputado federal · Rio Grande do SulPSB 4070· centro-esquerda· na urna, Valdir Godóissuplente2.895 votos; 144º mais votado de 279 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Valdir Godois teve 2.895 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 144º lugar entre 279 candidatos.
Recebeu votos em 91 cidades. Panambi deu 64,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Valdir Godois declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 767,7 mil acima da inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Valdir GodoisR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Valdir Godois declarou ao TSE R$ 67 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 35 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Panambi (RS) · PSB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.49069,8%
- PartidoR$ 36817,2%
- Fundo eleitoralR$ 27612,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 76451,3%
- TransporteR$ 65143,7%
- EscritórioR$ 755%
Quanto custou cada voto: vereador, Panambi (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,2 por voto. Quem venceu, Gustavo Cavalheiro, gastou R$ 4,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 222; o mais barato, R$ 4,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Joao Aldino Oliveira Côco PTR$ 11 mil · 51 votosR$ 222
- Ademir Jantsch MDBR$ 7,1 mil · 166 votosR$ 42,6
- Prof. Solange Rabuske MDBR$ 8,4 mil · 236 votosR$ 35,8
- Jose Luiz PPR$ 17 mil · 576 votosR$ 29,6
- Pastor Julio Dorneles PTBR$ 8,5 mil · 338 votosR$ 25,1
- Rafael Zimmermann PSDR$ 7,9 mil · 326 votosR$ 24,2
- Chico Leandro Berghahn PTR$ 4,9 mil · 320 votosR$ 15,2
- Merilin MDBR$ 7,1 mil · 466 votosR$ 15,2
- Claudio Motta PTR$ 4,4 mil · 403 votosR$ 10,9
- Gustavo Cavalheiro PSDR$ 4,9 mil · 1.053 votosR$ 4,62
Votos por real
- 2016, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 70 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.