Valdeny Barros
nasceu em 1973
Valdeny Barros se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2026, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2004), PSOL (2012–2026).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2026, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2026: 53 anos, superior completo, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20261º suplente de senador · MaranhãoPSOL 500· esquerdaNa chapa de Enilton Rodrigueschapa não eleita83.949 votos da chapa
- 2024
- 2022Deputado estadual · MaranhãoPSOL 50013· esquerda· na urna, Barrosnão eleito342 votos; 272º mais votado de 521 no estado
- 2018Deputado estadual · MaranhãoPSOL 50007· esquerdanão eleito265 votos; 297º mais votado de 460 no estado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Valdeny Barros teve 342 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 272º lugar entre 521 candidatos.
Recebeu votos em 44 cidades. São Luís deu 59,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,9%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2026, Valdeny Barros declarou R$ 312,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2026, o total subiu R$ 246,8 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Valdeny Barros declarou ao TSE R$ 106 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 41 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Barreirinhas (MA) · PSOL · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 3.28178,9%
- PessoasR$ 87521,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.12751,2%
- Material impressoR$ 1.15427,8%
- ServiçosR$ 87521,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Barreirinhas (MA), 2024
Mediana da disputa: R$ 56,4 por voto. Quem venceu, Gilvan Cabral, gastou R$ 25,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 471; o mais barato, R$ 25,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Patricia Da Cardosa PDTR$ 27 mil · 58 votosR$ 471
- Professora Gracimar MDBR$ 24 mil · 60 votosR$ 400
- Professora Dani MDBR$ 24 mil · 117 votosR$ 206
- Efraim Canavieira PLR$ 33 mil · 314 votosR$ 104
- Rosiane Do Alcenor MDBR$ 24 mil · 349 votosR$ 68,9
- Professora Conceição França MDBR$ 24 mil · 408 votosR$ 59
- Jeane Lisboa PLR$ 33 mil · 582 votosR$ 56,4
- Dr Adler PTR$ 29 mil · 750 votosR$ 38,9
- Socorro Aguiar MDBR$ 24 mil · 652 votosR$ 36,9
- Neto Do Transporte PTR$ 27 mil · 848 votosR$ 32,2
- Irlanda PC do BR$ 27 mil · 1.048 votosR$ 26,1
- Gilvan Cabral REPUBLICANOSR$ 35 mil · 1.382 votosR$ 25,5
Votos por real
- 2024, vereador: 2,7 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 8,9 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 65 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 63 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.