Apuração
Vereador · 2012 · PDT

Valdemir Magnani

nasceu em 1943

Valdemir Magnani se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em todas.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 69 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Mariápolis (SP)
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito172 votos
  2. 2008
    Vereador · Mariápolis (SP)
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito202 votos
  3. 2004
    Vereador · Mariápolis (SP)
    PDT 12344· centro-esquerda· na urna, Valdemir
    eleito145 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Valdemir Magnani declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Mariápolis (SP) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 286
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 286
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 286.
  1. Material impressoTudo de Eleições 2012 Ismael De Freitas Calori PrefeitoR$ 17862,1%
  2. ServiçosTudo de Eleições 2012 Ismael De Freitas Calori PrefeitoR$ 10837,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Mariápolis (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 123 por voto. Quem venceu, Sigmar Escrivao, gastou R$ 39,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.029; o mais barato, R$ 39,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mauro Coletti PSDBR$ 74 mil · 72 votosR$ 1.029
  • Pedro Bade PSDBR$ 5,9 mil · 7 votosR$ 845
  • Alfredinho DEMR$ 14 mil · 22 votosR$ 642
  • Ricardo Gordo PTR$ 17 mil · 38 votosR$ 449
  • Iraci Bolis PVR$ 12 mil · 29 votosR$ 420
  • Luiz Lott PSDBR$ 16 mil · 107 votosR$ 152
  • Paulo Dantas PVR$ 19 mil · 156 votosR$ 123
  • Esmael Pigari PPR$ 7,1 mil · 70 votosR$ 101
  • Nandinho PVR$ 6,9 mil · 106 votosR$ 64,8
  • Lucimar Barbosa DEMR$ 8 mil · 179 votosR$ 44,5
  • Maciel Lourenço PSDBR$ 8,2 mil · 185 votosR$ 44,3
  • Sigmar Escrivao PTR$ 6,2 mil · 157 votosR$ 39,2

Votos por real

  • 2012, vereador: 172 votos por R$ 1.000, 14 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 166 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.